sábado, 29 de agosto de 2015

ERVAS PARA A MAGIA DOS SONHOS


A Magia nos Sonhos é tão antiga quanto a humanidade e sempre desempenha papel importante na Bruxaria Tradicional. Os sonhos são vistos como o presságio em que melhor podemos confiar, e, desde os primórdios da humanidade, Bruxas, Bruxos e Sacerdotisas pagãos e xamãs os têm utilizado para adivinhar o futuro. (O termo técnico usado para a arte e a prática da divinação pelos sonhos é oniromancia.)

Existem vários tipos diferentes de sonhos: pesadelos ou imagens torcidas que, muitas vezes, são causadas por pressões do ambiente ou por problemas físicos, sonhos causados por emoções suprimidas, experiências fora do corpo (também conhecidas como projeções astrais) e sonhos proféticos, que são sonhos vívidos relacionados a acontecimentos futuros.

Um número significativo de sonhos é de natureza profética, especialmente aqueles que acontecem três noites seguidas, de acordo com a tradição popular. Os sonhos proféticos, quando corretamente interpretados, podem revelar o futuro, tanto por quadros diretos como por simbolismo. Quando aparecem imagens sagradas ou transcedentais num sonho, chamamos de sonho elevado. Os sonhos telepáticos (também conhecidos como sonhos PES) são experiências nais quais aquele que sonha capta as energias do pensamento de outra pessoa ou espírito. (Sonhos dessa natureza em geral estão ligados a acontecimentos atuais.)

Os sonhos psíquicos contêm mensagens importantes, avisos e outras comunicações. Esse tipo particular de sonho é freqüentemente tão forte e profundo que acorda quem está sonhando. O sonho lúcido é aquele no qual a pessoa que sonha está consciente sabendo que está sonhando. Os sonhos são altamente simbólicos, sendo importante registrá-los num livro ou diário logo ao despertar para não os esquecer mais tarde. (Segundo certas superstições folclóricas, é considerado sorte alguém esquecer o sonho da noite anterior.) Após registrá-los (e também os pesadelos), você poderá estudá-los quanto a padrões e símbolos que se repetem e interpretá-los utilizando um dicionário de sonhos. Existem atualmente no mercado vários dicionários desse tipo, como também livros que os analisam. Encontram-se em quase todas as livrarias. Alguns contêm interpretações de simbologia onírica, outros, superstições e antigas crenças, e alguns a combinação de ambos os enfoques.

Essas ervas são tradicionalmente usadas pelos Bruxos nos travesseiros, para ter sonhos mágicos, ou em poções para induzir visões em sonhos proféticos: língua-de-cobra, agrimônia, anis, cânfora, quelidônia (menor), canela, margarida, azevinho, lúpulo, hera, verbena-limão, raiz de mandrágora, malmequer, visco, artemísia, cebola, hortelã-pimenta, bolsa-de-pastor, rosa, erva-de-são-joão, verbena, vervena, absinto, milefólio.


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ERVAS RITUALÍSTICAS TRADICIONAIS DO SABÁS


SABÁ CANDLEMAS: angélica, manjericão, louro, benjoim, quelidônia, urze, mirra e todas as flores amarelas.

SABÁ DO EQUINÓCIO DA PRIMAVERA: bolota, quelidônia, cinco-folhas, crocus, narciso, comiso,

lírio-da-páscoa, madressilva, íris, jasmim, rosa, morango, atanásia e violetas.

SABÁ BELTANE: amêndoa, angélica, freixo, campainha, cin-co-folhas, margarida, olíbano, espinheiro,

hera, lilás, malmequer, barba-de-bode, prímula, rosas, raiz saty-rion, aspérula e primaveras amarelas.

SABÁ DO SOLSTÍCIO DE VERÃO: camomila, cinco-folhas, sabugueiro, funcho, cânhamo, espora,

lavanda, feto masculino, artemísia, pinho, rosas, erva-de-são-joão, tomilho selvagem, glicínia e verbena.

SABÁ LAMMAS: flores da acácia, aloé, talo de milho, ciclame, feno grego, olíbano, urze, malva-rosa, murta, folhas do carvalho, girassol e trigo.

SABÁ DO EQUINÓCIO DO OUTONO: bolota, áster, benjoim, fetos, madressilva, malmequer, plantas de sumo leitoso, mirra, folhas do carvalho, flor do maracujá, pinho, rosas, salva, selo-de-salomão e cardo.

SABÁ SAMHAIN: bolotas, giesta, maçãs, beladona, dictamo, fetos, linho, fumaria, urze, verbasco, folhas

do carvalho, abóboras, sálvia e palha.

SABÁ DO SOLSTÍCIO DE INVERNO: louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre viva,

olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.



ERVAS SAGRADAS DAS DEUSAS

Afrodite- canela, oliva, margarida,cipreste, marmelo
Aradia - arruda, verbena
Ártemis - abeto prata, cipreste, cedro, nogueira, murta, salgueiro,
Ashtoreth - cipreste, murta
Atena - oliva
Bast - gatária
Cailleach - milho
Cardea - espinheiro
Ceres - salgueiro, trigo, papoula, alho-poró, narciso
Circe - salgueiro
Cibele - mirra, cone de pinho
Deméter - milho, cevada, poejo, mirra, rosa
Druantia - abeto
Eos - açafrão
Freya - primula, samambaia,mirra, morango
Hathor - murta, sicômoro, mandrágora, coentro
Hécate - salgueiro, meimendro, aconitela,mandrágora, táxus, ciclâmen, menta
Hera - romã, mirra
Íris - absinto
Ishtar - todos os grãos
Ísis - urze, milho, losna, cevada, mirra, rosa
Juno - lírio, açafrão, asfódelo, marmelo, romã, veerbena, íris,alface
Minerva - oliva
Néftis - mirra
Nuit - sicômoro
Perséfone - narciso, salgueiro, romã
Proserpina - narciso selvagem
Reia - mirra
Vênus - canela, margarida, urze,anêmona, maçã, papoula, violeta, avenca, cravo (flor), áster, verbena, mirtilo, orquídea, cedro.

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EVOCAR A DEUSA E TRAZE LA DE VOLTA PARA O MUNDO...


FRIGGA, “A AMADA”, DEUSA NÓRDICA PROTETORA DAS MULHERES.

No limiar dos mundos, no palácio Fensalir cercado por pântanos e escondido pela névoa, a deusa Frigga fica sentada no seu trono de cristal e fia com seu fuso estelar os fios multicoloridos do destino. Rainha Mãe das divindades Aesir, Frigga é a deusa que conhece os desígnios de todos os seres, mas guarda silêncio, sem revelar o futuro ou fazer profecias. Rainha Celeste e consorte do deus Odin, Frigga no entanto, passa mais tempo no seu palácio, onde vive cercada por uma constelação de doze acompanhantes, que personificam aspectos e atribuições divinos, cada uma tendo funções variadas.

São elas: Saga, a sábia contadora de histórias e detentora das memórias ancestrais; Eir, a curadora hábil no uso de ervas e raízes; Fulla, guardiã dos mistérios, riquezas e dons ocultos, confidente e conselheira das mulheres; Gna, a mensageira que traz os pedidos humanos e espalha as bênçãos da Deusa; Syn, guardiã dos limites, portais e de tudo que precisa ficar escondido ou fechado; Hlin, defensora e protetora das mulheres injustiçadas ou perseguidas; Gefjon, padroeira das mulheres solteiras e doadora da abundância como fruto do trabalho; Sjofn, abre os corações para o amor e a afeição; Lofn abençoa as uniões com permissão, proteção e paz; Var é a testemunha dos juramentos, que pune os transgressores e zela pela integridade moral e espiritual; Vor guia a intuição, aprofunda a compreensão e a expansão da consciência; Snotra ensina a conduta certa, reforça os elos grupais e as qualidades de gentileza, honra e parceria.

Protetora das mulheres, Frigga as conduz no aprendizado dos Mistérios do Sangue e nos ritos de passagem ao longo das suas vidas. Como Grande Tecelã, Ela fia a energia cósmica e entrega os fios para as Nornes, as Senhoras do Destino, que são as responsáveis por tecer a intrincada e complexa tessitura do destino universal.

Na cosmologia nórdica existem dois conceitos representando o destino, chamados orlög e wyrd. Orlög refere-se aos fatores que não podem ser mudados como: raça e país de origem, ancestralidade, família, genética, potencial inato, perfil astrológico, ações e eventos passados da trajetória individual, familiar e grupal e suas implicações na vida presente. Orlög é a base do destino e do próprio mundo e está além do nosso alcance, por ser imutável.Podemos imaginá-lo como uma urdidura (ou trama) de fios, fixada no tear cósmico, através dos quais move-se a laçadeira que conduz os fios móveis do wyrd. Diferente do orlög, o wyrd é mutável por ser constituído por nossas ações, atitudes e escolhas atuais, porém cujas conseqüências irão se refletir no futuro. Podemos mudar a cor dos fios do wyrd, a velocidade com qual se move a laçadeira e a padronagem da tessitura, porém jamais poderemos alterar a trama básica do orlög, que reina absoluto na atuação das leis do destino. Tanto o orlög quanto o wyrd formam a teia da nossa vida, tecida pelas Nornes, que ficam sentadas sob as raízes de Yggdrasil, a Árvore do Mundo e monitoram a vida dos deuses e dos seres humanos. Tudo está subordinado às leis das Nornes, nem mesmo as divindades escapam das leis eternas e inexoráveis. Frigga é a única deusa que compartilha da sabedoria das Nornes, pois Ela percebe e compreende a diversidade das modulações da tessitura cósmica, mas não revela este conhecimento. Sem poder mudar o orlög, Frigga, no entanto, pode tecer encantamentos de proteção para aqueles que Ela ama e protege como as mulheres, em especial as gestantes e parturientes, os recém nascidos e os casais que desejam ter filhos.


Frigga se apresenta como uma mulher madura e majestosa, com os cabelos da cor das folhas de outono, trançados e presos em forma de coroa com faiscantes pedras preciosas lapidadas como estrelas. Suas vestes são simples, mas sempre usa um colar de âmbar e um cinto dourado com várias chaves penduradas. 

Às vezes porta um manto de penas (de cisne ou falcão) representando seu dom de metamorfose para sobrevoar os nove mundos do cosmos nórdico. Frigga detém o poder sobre os elementos e os seus reinos, mas a sua atribuição principal é como protetora do lar e da lareira, empenhando-se em criar e manter a harmonia e a paz familiar e grupal. Por ser Ela mesma uma esposa leal e mãe amorosa, cria laços afetivos - com os fios por Ela tecidos - entre homens e mulheres, mães e filhos, deuses e humanos, conectando também os tempos, com a lembrança do passado, a vivência plena no presente e a necessária sabedoria e prudência no futuro.

A melhor maneira para pedir ajuda para a deusa Frigga é sentir o desejo sincero de harmonizar e apaziguar sua família e o seu lar. A energia do nosso ambiente doméstico permeia todos os aspectos da nossa vida e nos afeta de forma sutil ou intensa. Nosso lar deve ser nosso santuário, um oasis de tranqüilidade e bem estar, onde podemos nos refugiar e refazer do desgaste cotidiano, despindo nossas armaduras, descartando máscaras e abrindo nossos corações para receber e dar amor.

Cada vez que sentirmos energias negativas invadindo nosso lar e criando discórdias e desassossego, podemos criar um pequeno ritual reunindo nossos familiares ao redor da mesa de jantar, acendendo uma vela no centro cercada de frutas secas e frescas, sementes e flores. Após uma curta oração para a Mãe Divina (arquétipo fácil de compreender e aceitar por todos) pediremos que cada pessoa possa fazer uma avaliação em relação a um fato doloroso do passado, dele se desligando e perdoando, comendo depois uma fruta seca e agradecendo pela cura e transmutação. Logo após se agradecem as dádivas do presente - incluindo a família e o lar - comendo uma fruta fresca. 

Em seguida faz-se uma invocação e um pedido relacionado com um projeto futuro, mastigando devagar três sementes e mentalizando sua realização. No final todos fazem um brinde com suco de maçã agradecendo as futuras conquistas e de mãos dadas, cada um expressa seu compromisso pessoal para contribuir à sua maneira na manutenção da harmonia familiar. Quem quiser, poderá acender uma vela e caminhar ao redor da casa no sentido horário, visualizando a luz divina clareando as sombras e afastando a negatividade, interna e externa. 

A seguir as velas serão colocadas perto da lareira ou do fogão e deixadas para queimar até o fim. A mulher que invocou a ajuda da Deusa para sua casa, permanecerá algum tempo em introspecção e oração visualizando as vibrações de harmonia, paz, alegria e proteção preenchendo seu lar e agradecerá as bênçãos recebidas da amada Mãe Divina Frigga.

FONTE: Mirella Faur

RITUAL PARA ATRAIR A BOA SORTE


A Deusa Frigga, muitas vezes era representada, como uma mulher alta e elegante, que carregava um molho de chaves em seu cinturão. Para esse ritual você precisará de uma chave antiga que não tenha fechadura. 

Você comprá-la em alguma casa que venda objetos usados ou adquira uma nova em um chaveiro próximo de sua casa. Escolha, se possivel uma de metal brilhante ou de bronze, mas nunca de ferro. Limpe-a e a deixe o mais reluzente que conseguir. Para na entrada da sua porta principal, olhando para dentro da casa, coloque a chave em sua mão direita e estendendo-a à frente diga:

-"Deusa Frigga, coloque toda a energia da prosperidade e da boa sorte nessa chave, de maneira que sempre esteja comigo".

Agora caminhe por todas as peças da casa, sustentado a chave em sua mão e em frente a você. Toque todos os seus objetos pessoais com sua chave, como sua cama para ter sorte em seus relacionamentos, o telefone para receber sempre boas notícias de amigos, negócios ou estudos e assim, toque em tudo que signifique algo para você. Quando terminar o ritual, coloque a chave em um gancho sobre a porta principal e a mantenha sempre limpa e brilhante.

Texto pesquisado e desenvolvido por Rosane Volpatto
Bibliografia Consultada:
O Novo Despertar da Deusa - Shirley Nicholson
Os Mistérios da Mulher - M. Esther Harding
A Grande Mãe - Erich Neumann
O Anuário da Grande Mãe - Mirella Faur
Os Mistérios Wiccanos - Raven Grimassi Livro
Mágico da Lua - D.J. Conway
O Medo do Feminino - Erich Neumann
O Livro de Ouro da Mitologia - Thomas Bulfinch
Mitos Paralelos - J. F. Bierlein
Consciência Solar, Consciência Lunar - Murray Stein
O Caminho para a Iniciação Feminina - Sylvia B. Perera
Rastreando os Deuses - James Hollis
O Amor Mágico - Laurie Cabot e Tom Cowan
El Libro de Las Diosas - Roni Jay

A cidade de Ys, no fundo da “baía dos mortos”

Ys, a cidade da lenda, sepultada na baía de Douarnenez, na Bretanha, França

Entre a lenda e a história real há sempre uma zona nebulosa de incerteza. O fato é que a figura de uma cidade submersa, com uma catedral magnífica cujos sinos tangem ao sabor das ondas, ainda hoje excita as imaginações.

A misteriosa Bretanha é uma das mais interessantes regiões da França. Imensa plataforma que avança sobre o Atlântico, ao sul da Grã-Bretanha, ela é castigada por toda espécie de ventos e marés, como também o foi por invasões, ao longo de sua história milenar.

Os primeiros celtas chamaram-na Armor — “Terra voltada para o mar”. Daí o nome de Península Armórica, que ainda hoje a designa.

Na sua extremidade sul formou-se a Cornualha, nome que parece vir da Cornwall britânica, a península mais ocidental da Inglaterra.

Ocupada por gauleses, romanos, celtas, várias vezes saqueada pelos normandos, a Bretanha constituiu-se em reino até o século X, e depois em poderoso ducado, antes de ser incorporada definitivamente à França com os casamentos sucessivos de Ana de Bretanha com Carlos VIII e Luís XII, ambos filhos do astuto Luís XI.

Cheia de mistérios, é uma terra fértil em lendas e tradições imemoriais.

Santos, calvários, menires, peregrinações dos perdões… uma riqueza de tradições e costumes que fazem da Bretanha uma região especial, cheia de mitos e legendas. É o caso do rei Artur e seus cavaleiros da távola redonda.

O Santo Graal da legenda teria sido o cálice usado por Nosso Senhor na Santa Ceia.

José de Arimateia, membro do Sinédrio e discípulo oculto do Divino Mestre, teria trazido da Terra Santa esse cálice, contendo algumas gotas do Preciosíssimo Sangue de Cristo.

Na península Armórica, o discípulo teria vivido numa floresta para depois desaparecer sem deixar traços.

Outra lenda da Bretanha concerne a cidade de Ys, ou Is, sepultada no fundo do mar na baía de Douarnenez, a “baía dos mortos”.

Construída sobre um pólder e protegida por um dique, Ys teria sido a capital da Cornualha sob o rei Gradlon, o Grande, no século VI.

Enormes comportas permitiam evacuar as águas que vinham dos rios e proteger a cidade das marés altas. O rei guardava pessoalmente a chave das portas do mar, como eram conhecidas as comportas.

Gradlon tinha uma filha chamada Dahud ou Ahés. A princesa, em toda a cidade, era conhecida por seus costumes dissolutos.

Gwenolé (ou Guenole), um santo monge da região, vinha frequentemente a Ys e advertia os seus habitantes, mas estes não lhe davam ouvidos.

A fuga do rei Gradlon.
Evariste Vital Luminais (1822–1896). Musée des Beaux-Arts, Quimper

Deus permitiu então que o demônio se introduzisse no palácio real sob a forma de um formoso jovem e seduzisse a filha do rei, a quem o príncipe das trevas pediu como prova de amor que ela abrisse as comportas que protegiam a cidade.

Dahud roubou as chaves do pai quando este dormia e fez a vontade diabólica.

A maré estava alta quando as eclusas foram abertas. As águas invadiram logo as ruas e as casas da cidade, apanhando de surpresa os seus habitantes, a maioria dos quais adormecidos.

Deus permitiu que o rei fosse despertado por Gwenolé alguns instantes antes da tragédia. O soberano saltou sobre o seu cavalo e fugiu precipitadamente, levando a filha na garupa do animal.

Mas, enquanto o cavalo do monge ia rápido como o vento, o de Gradlon esgotava-se rapidamente com o peso da pecadora. As ondas já alcançavam os fugitivos.

Gwenolé ordenou então ao rei que, se quisesse salvar-se, devia separar-se de sua filha; Gradlon recusou-se. As águas começaram a cobrir os cascos do animal.

O santo renovou então sua ordem e, finalmente, o rei obedeceu. No mesmo instante, seu cavalo deu um salto e como que libertado de um grande peso, disparou.

Logo o rei e o monge atingiam terra firme enquanto o mar cobria toda a cidade de Ys, até seus mais altos monumentos.

Depois Gradlon teria feito de Quimper a sua nova capital e terminado seus dias em penitência, falecendo em odor de santidade.

(Autor: Gabriel José Wilson.)

QUANDO A GENTE SE DÁ CONTA QUE ERROU


A teimosia impregnada em nossas fugazes ações diárias parece nem passar mais no campo do pensamento. Sei que você anda estressado e com a vida levemente corrida mas peço que ainda assim tire um tempo para ler este texto. Puxe um banco e sente aqui comigo, vamos conversar um pouco.

Vou começar te contando algumas coisas que acontecem de vez em quando.

Você magoa muito de alguma forma as pessoas que você gosta. Quase que diariamente pra ser bem sincero. E o pior de tudo é que você nem se dá conta disso. Mas saiba meu amigo, isso ainda vai remoer muito na sua consciência. Espero que quando esse dia chegue ainda exista tempo. Tempo para pedir desculpas, a ferida cicatrizar nos corações atingidos e a memória já nem processar direito os sentimentos anexos à essas lembranças.

Outro fato é metade dos seus amigos vão se afastar de você com o tempo e os amores que o destino havia programado para a sua vida nem vão chegar a aparecer. Não que a culpa seja apenas sua, a vida leva cada um pro seu canto com suas mudanças drásticas e repentinas e não há muito para ser feito. Porém tenha em mente que muita gente você repele sem se dar nem conta. 

Além disso o futuro vem virando presente e vai exigir que suas escolhas sejam feitas. Como num filme de realidades paralelas, a cada decisão tomada vai se apagando um futuro que poderia ter acontecido. Tudo bem, isso faz parte do processo de existência terrena. O problema é que as escolhas vem trazendo a conta; vai vir arrependimento e a eterna pergunta de ‘como teria sido?’ caso a estrada tomada fosse outra. Haverá principalmente a agonia do pensamento que aterroriza quando passa pela sua cabeça que talvez algumas opções não tenham sido as corretas.

Vai chegar um dia também que você vai receber a notícia de que alguém morreu. Pode ser um parente, um amigo ou um ídolo. Não interessa, o efeito é o mesmo. Uma sensação de impotência com o curso da vida e de desespero com todas as oportunidades desperdiçadas. Pouco a pouco vem caindo a ficha de que não há nada a ser feito que mude coisas como essa. Apenas a certeza de que sempre é tempo de dizer o que precisa ser dito. Diga que ama, diga o que lhe incomoda, diga o que lhe entristece. Pois tem horas que o tempo aperta e a vida vai ficando louca. Nós vamos agindo muito e pensando pouco, então só rezamos para estar fazendo a coisa certa.

E torcendo que não seja tarde demais quando a gente se dá conta que errou.

Escrito por Paulinho Rahs, colunista do Sábias Palavras.

Incensos e as suas finalidades espirituais:



ABRE CAMINHOS: Composição: sândalo e essências de madeira, amplia horizontes.
ABSINTO: favorece a CLARIVIDÊNCIA, assim como é útil em assuntos amorosos.
ALECRIM: Usado para dar mais energia, bom para cansaço, desânimo, tristeza, COMBATE a depressão, é purificador de pessoas e locais.
ALFAZEMA: Auto-estima, amplia a auto-confiança, concretização dos desejos, tranquilizante
ALMÍSCAR: favorece sorte, vitórias, sucesso
ANGÉLICA: atrais forças protectoras
ANIS ESTRELADO: Ajuda a atrair a boa sorte.
ARRUDA: purificação e proteção espiritual
ARTEMÍSIAa: estimula dons proféticos, adivinhação, sonhos reveladores
BÁLSAMO: Libera emoções reprimidas, ajuda a superar mágoas e harmoniza os ambientes.
BAUNILHA: Traz alegria, bem estar, estimula as relações amorosas, tranquilidade, harmonia, para problemas de saúde.
CAMOMILA: ideal para conjurar forças que ajudam em assuntos financeiros
CANELA: é indicado para questões financeiras e tranqüiliza o ambiente.
CÂNFORA: Elimina todo o tipo de energias negativas, bom para o lado profissional.
CAPIM SANTO: Trabalha a agressividade, bom para crianças muito ativas.
CEDRO: indicado em estabelecimentos, para aumentar vendas
CIPRESTE: favorece o equilíbrio espiritual, e também pode ser usado em assuntos de prosperidade
CÔCO: estimula o equilíbrio psicológico, espiritual e emocional
CRAVO: ideal para favorecer abertura de caminhos, desbloqueio de enguiços
DAMA DA NOITE: Para os enamorados, amor, encontros.
ERVA CIDREITA: conjura energias ideias em assuntos amorosos
ERVA DOCE: contra invejas e mau olhado
EUCALIPTO: limpeza espiritual
FRAMBOESA:Ótimo para eliminar as mágoas, depressão e o ódio.
HORTELÃ: afasta negatividade assim como as indecisões e falta de decisão
JASMIM: favorece pacificação do ambiente
LAVANDA: tranquilizador
MAÇÃ VERDE: Bom para os casais, estimula a atração e o prazer.
MANJERICÃO: atrai energias de boa sorte
MIRRA: favorece os instintos, a a intuição e capacidades espirituais extra-sensoriais
NOZ MOSCADA: favorece entradas de DINHEIRO
ORQUÍDEA: Purifica o ambiente de trabalho, ajuda a soluções de problemas e do espírito
PATCHULI: Traz abundância, bom para fertilidade.
PIMENTA DA JAMAICA: favorece harmonia no lar, assim como prosperidade
PINHO: proteção e assuntos de fertilidade
ROSA BRANCA: Para limpeza dos ambientes contra as más energias, acalma as pessoas, acalma disputas.
SAL GROSSO: Elimina energias nocivas de um ambiente, usada para rituais de abertura de caminhos.
SETE ERVAS: Para purificação de ambientes contra mau olhado, invejas e ódio.
SÂNDALO BRANCO: abre portas ao sucesso, evolução espiritual.


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