sábado, 12 de outubro de 2013

OS DRAGÕES


O vermelho representa toda a esperança quebrada. O cavaleiro representa o herói corrompido pelos males do mundo. O dragão representa a eternidade caótica que reina dentro de todos nós.

Gatts-san



Existem outros caminhos na Magia como os Xamãnismo, os Celtas, Gregos e também as Dragonianas. Este tema sempre foi pouco difundido, dentro dos sincretismos religiosos e pagãos. 

Pesquisadores de diferentes áreas, geólogos, arqueólogos ou teósofos, que defendem a hipótese de uma origem mais recuada para a espécie humana, admitem que pode ter ocorrido um período de transição no qual seres humanos conviveram com sáurios ou grandes répteis.

O estudo da Magia dos Dragões é ainda raro. Poucos grupos e raros estudiosos solitários se dedicam a essa parte esquecida da magia. 



Curiosamente tanto os dragões chineses quanto os da Europa tem um ponto específico em comum, a visão aguçada. Daí surgiu a palavra "dragon" em inglês, que é derivado de "drakon", que em grego significa "ver", "encarar". Desse ponto talvez tenha surgido a confusão de igualar dois seres diferentes por uma única palavra e característica específica, assim "long" tomou-se como tradução "dragão", mesmo sendo seres muito diferentes uns dos outros.

Na Idade Média, período em que o cristianismo começou a se expandir, a figura do Dragão, estava sempre presente no imaginário das pessoas. Neste período, o Dragão simbolizava o pecado e o paganismo. 


Heróis, santos e mártires aparecem em histórias relacionadas a lutas e vitórias sobre estes; chamados de monstros, na época.
Mitos e lendas com dragões, são constantes no Oriente Médio Antigo, simbolizando, nestas culturas, a destruição e o mal.


Na Mesopotâmia, conta-se que havia uma lenda (criada há 2000 a.C) em que o Dragão era chamado de "Tiamat". Este, simbolizava o oceano e comandava as orlas do caos. Sua destruição era uma condição para a sobrevivência das civilizações antigas; pois suas casas e cidades eram feitas de madeira, não conseguiam domesticar e nem impedir que os dragões atacassem seus rebanhos e causa-sem a destruição de suas casas e vilas, com o fogo soltado pelas suas bocas e narinas.

Na mitologia egípcia, "Apohis" era o dragão da escuridão e era expulso do universo todos os dias pelo deus do Sol (Rá), no período da manhã.

Diferentemente dos chineses, os dragões europeus quase sempre possuem asas e possuem "poderes ocultos", como lágrimas que curam feridas, ou corações que se comidos permite que a pessoa se comunique com animais. Diversos contos com as mais diferentes histórias e características são contados há séculos.

Os dragões (long em chinês, yong ou ryong em coreano, e ryu em japonês) são seres que aparecem em histórias do mundo todo, o que nos faz acreditar que eles já realmente existiram. E por isso a China tem fortes influências dos dragões em sua cultura. 


O primeiro dragão foi um dos quatro animais chamados por Pan Ku ( o deus criador) para participar da grande criação do mundo, assim pode-se ver diversas imagens de um dragão em volta do mundo se procurar como essa ao lado. Os dragões não tinha rivais em inteligência e em poder para benção, acredita-se que o próprio criador tinha descendência de dragões e que os comandava. Formado por diversos animais esse dragão já foi representado de diversas formas, entre elas um carrega uma esfera que é o dragão das águas marinhas. 


As bruxas e os dragões não estão tão dissociados assim. Com ressalvas para essas mulheres, onde muitas delas foram julgadas e injustiçadas pela incompreensão do seu jeito de ver o mundo e interagir com ele e a natureza. Bruxas que foram perseguidas por suas práticas de magias.

Bruxas e Dragões são símbolos e referências importantes para a prática da magia e da filosofia mágica . Tudo o que não é compreensível sempre tem o seu lado dogmático, polêmico e obscuro, apesar da névoa do preconceito que sobre cai sobre ambos.


Eu li em algum lugar que “os dragões são místicos, poderosos e sábios, emergem do mistério, desaparecem no mistério...São ferozes, benevolentes, conhecidos por iniciar os humanos nas mais profundas esferas da sabedoria. Os dragões possuem fogo interior - a chama criativa, cintilante,cauterizadora e curativa de um Universo temeroso e encantador. Além disso, o dragão é o animal mais completo que já existiu, pois põe em prática sistematicamente todos os Elementos da Natureza: O Fogo que sai de sua bocarra...A Terra por onde anda...A Água que lhe serve como abrigo...O Ar que lhe permite a liberdade plena.”

sábado, 5 de outubro de 2013

UM SER BRUXA (O)


Muitas pessoas ficam fascinadas com a ideia de se tornar uma bruxa ou bruxo.

Bruxa não é uma coisa que se vira, Bruxa é uma coisa que se é, se nasce. Esta na essência. Ninguém vira bruxa de uma hora pra outra.

Quando uma bruxa lida com magia ela busca a maior de todas as magias: a sua própria autotransformação. Isso implica que a bruxaria é um caminho para pessoas que não fogem do caminho do autoconhecimento: só pode se transformar quem se conhece.

Uma bruxa é, antes de tudo, alguém que está em contato com energias sutis. Olhamos ao nosso redor e vemos mais do que matéria. Vemos o íntimo, o Espírito das coisas nas coisas.



A natureza é o coração e alma da Velha Religião que ensina que todos os seres, vivos possuem vida e são merecedores de nosso respeito e consideração. Sendo assim, vemos a natureza como diferentes faces da Deusa capazes de nos suportar, proteger, alimentar e manter vivos. 

Ao falar de autoconhecimento fica bem claro que a Religião Antiga não é um caminho para quem é bruxo (a) por modismo, ou seja, gosta de enfeites e símbolos da bruxaria, ou se veste todo de preto.

Autoconhecimento, e transformação implicam anos de dedicação e estudo, anos de prática e vivência na tentativa de aperfeiçoar sua personalidade e viver mais livre de condicionamentos e pressões, seja do seu inconsciente, seja das pessoas que o cercam.

Não importa o nome que você der: Bruxa, Feiticeira, Xamã, Bruxa Moderna, Bruxa Urbana, tanto faz... O importante é que o nome já passou para um conceito maior e mais amplo – ser Bruxa significa que você sabe lidar e respeitar as Leis da natureza. Que o único pecado a temer, seria prejudicar a natureza e não esqueça, o ser humano faz parte dela.



Goth...

Esqueçamos os paradigmas de infância e coisas folclóricas como profanar túmulos, sacrificar gatos ou algo parecido. Este tipo de bruxaria em nada se assemelha com a realidade do Paganismo.

Começar a compreender que a Bruxaria não é fazer magias eventuais, tão pouco para ter poder sobre os outros, nem para servir ninguém, mas sim encontrar dentro de si as respostas sobre como deve ser sua vida, é essencial para poder dizer-se bruxa ou bruxo.

Recuperar seu poder pessoal, saber ser único (a), sagrado e integrado no toda essa é a maior magia, por que somos filhas e filhos da Lua e do Sol, seguimos um caminho chamado Arte seguindo em uma direção chamada evolução.

Um escritor muito sábio escreveu “A Bruxa tem de saber onde esteve para saber onde está, e tem de saber onde está para saber como chegar aonde quer.”.

Temos sempre que nos lembrar de que o caminho da Bruxaria é o caminho da busca, da sabedoria, dos mistérios antigos, da natureza e o caminho da Deusa.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

SABEDORIAS



Você é o que você está procurando.
Você é exatamente o lugar que você sempre buscou (...)
Sua realidade está dentro de você, não em outro lugar. Mas para entender isso, às vezes, leva anos.
Você baterá em muitas portas antes de chegar naquela que busca... e então ficará confuso, porque descobrirá que a casa que havia deixado é a casa que você sempre procurou. E que a casa... é você."

FONTE: O Vale de Morrigan


Nas noites carrego as sombras, mas quando amanhece o dia ilumino-me novamente. 
Sou trevas
Sou luz...
Carrego a magia do sol e da lua.
Em meu ventre gero a vida,
a mesma vida que hoje não acredita tanto mais em mim.
Passam-se dias e noites, e muitos nem sequer veem o tempo passar. Esqueceram-se de me admirar.

Blessed be

FONTE: Deby N. M.



FONTE: GOOGLE+

AS TRÊS IRMÃS

Foto: AS TRÊS IRMÃS
Há aproximadamente a 5.000 anos,o milho, abóboras e feijões são cultivados pelos povos nativos que os semearam. Quando os povos faziam suas colheitas, não deixavam a seus campos; construíam vilas e deixavam de ser nômades.
A abundância milho e feijões e abóbora, livrou povos das caças contínuas, deram o recolhimento e os possibilitou a construírem repousos melhores, fazerem a cerâmica, tecerem o pano, criarem a arte e a desenvolverem cerimônias religiosas. Milho, feijões e abóboras podiam ser secados e armazenados por períodos longos, aliviando o ciclo anual do inverno. Os nascimentos aumentaram e a vida se prolongou.

Os vegetais, entretanto, não se limitavam ao milho, aos feijões e abóboras apenas. Mais de 400 plantas foram identificadas na dieta americana nativa pré-colombiana. E quando o milho era o mais difundido de todos, batatas, arroz selvagem e outros eram também importantes em algumas áreas.

Os americanos nativos das florestas orientais usam o termo "três irmãs" para se referirem ao milho, feijões, e abóbora. Estas três irmãs dão uma lição na cooperação ambiental que os americanos nativos sentem que todos os seres humanos devem praticar hoje.

Plantadas juntas, o milho fornece a haste para os feijões escalarem; os feijões fornecem o nitrogênio ao solo para nutrir o milho; e a abóbora sai da terra para fora, impedindo a competição da vegetação não desejada e protege as raízes rasas do milho.

Esse princípio é praticado e preservado atualmente no mundo através da técnica da "permacultura". Como a parte do círculo da vida, estas colheitas confiam em si para a sobrevivência. São, não somente ricas em simbolismo espiritual, mas na cultura e historia botânica e também na nutrição. O milho, feijões e abóboras, complementam-se: milho para os grãos e o hidrato de carbono, os feijões para a proteína e a abóboras para a vitamina A.

O milho era preparado de muitas maneiras. Cozido, assado, como farinha, a imaginação era o limite. A abóbora podia ser cozida ou podia ser secada e armazenada para o uso durante todo o inverno.Os feijões novos frescos foram incluídos nos cozidos, e os feijões mais maduros eram secados para o inverno . Os feijões forneceram uma fonte de proteína durante o inverno.

Existem muitas tradições, histórias e cerimônias dos nativos americanos ligadas milho, a história das Três Irmãs, é a mais conhecida. Uma delas diz que o milho chegou através de uma entidade associada ao corvo. Na região dos Grandes Lagos eram feitos rituais e cerimônias de agradecimento para plantar e colher. Quase todos os americanos nativos incluem alguma história de sua cultura, referente as "Três Irmãs": Milho, feijão, e abóbora.

Dependendo da área , as colheitas mudam. Às vezes são plantadas cabaças e as vezes são adicionados girassóis. Esta tradição americana nativa é baseada no "círculo da vida," ou da idéia que todas as coisas vivas se interagem para a sobrevivência.

As nações consideram o feijão, o milho e a abóbora como os três presentes sagrados do Criador.

Numa história nativa da criação, estas três plantas foram dadas aos povos quando todos os três vegetais brotaram milagrosamente do corpo da filha da Mulher do Céu, e assim, concederam o presente da agricultura aos povos.

O milho, os feijões e a abóbora são conhecidos por terem espíritos individuais e serem sustentadores da vida. As mulheres eram responsáveis para estas colheitas no campo porque são demasiado generosas e sustentadoras da vida. Participar dessa colheita é um lugar de honra dentro da tribo para as mulheres que levam as Três irmãs para o povo.

Os nativos acreditam que, durante a noite, seus espíritos vagueiam pelos campos para se encontrar com o orvalho, para refrescarem-se com a umidade e para revigorar os campos que ocupam . Crescem abundantes juntas, protegendo-se das doenças e pragas.

Uma noite, quando os espíritos das irmãs estavam vagueando, um espírito maléfico, deteve o espírito do milho e inspirou a inveja na dedicação de um para o outro. Ao fazer assim, convenceu o milho a se mudar. Este mudança provou-se ser fatal, o milho cresceu cansado para sair e procurar o orvalho. Começou a crescer menos e tornou-se difícil de cultivar. Foi forçado a crescer sozinho longe de suas plantas irmãs. Eventualmente o orvalho por piedade ia visita-lo e quando o milho não está com suas irmãs é mais difícil de ser cultivado. As Três Irmãs se dedicam ao crescimento uma das outras.

A técnica nativa consiste em plantar num mesmo monte as três plantas. O simbolismo "das três irmãs" está profundamente enraizado nos corações de muitos americanos nativos, porque eles compreendem que nós não estamos sozinho.

A história de três irmãs ensina-nos o valor de cada pessoa que necessita-se crescer e prosperar. Somente em seguindo na vida comunitária é que podemos ter sucesso em nossas vidas, nossas almas, nossos sonhos.

Por Léo Artese

Há aproximadamente a 5.000 anos,o milho, abóboras e feijões são cultivados pelos povos nativos que os semearam. Quando os povos faziam suas colheitas, não deixavam a seus campos; construíam vilas e deixavam de ser nômades.

A abundância milho e feijões e abóbora, livrou povos das caças contínuas, deram o recolhimento e os possibilitou a construírem repousos melhores, fazerem a cerâmica, tecerem o pano, criarem a arte e a desenvolverem cerimônias religiosas. Milho, feijões e abóboras podiam ser secados e armazenados por períodos longos, aliviando o ciclo anual do inverno. Os nascimentos aumentaram e a vida se prolongou.

Os vegetais, entretanto, não se limitavam ao milho, aos feijões e abóboras apenas. Mais de 400 plantas foram identificadas na dieta americana nativa pré-colombiana. E quando o milho era o mais difundido de todos, batatas, arroz selvagem e outros eram também importantes em algumas áreas.

Os americanos nativos das florestas orientais usam o termo "três irmãs" para se referirem ao milho, feijões, e abóbora. Estas três irmãs dão uma lição na cooperação ambiental que os americanos nativos sentem que todos os seres humanos devem praticar hoje.

Plantadas juntas, o milho fornece a haste para os feijões escalarem; os feijões fornecem o nitrogênio ao solo para nutrir o milho; e a abóbora sai da terra para fora, impedindo a competição da vegetação não desejada e protege as raízes rasas do milho.

Esse princípio é praticado e preservado atualmente no mundo através da técnica da "permacultura". Como a parte do círculo da vida, estas colheitas confiam em si para a sobrevivência. São, não somente ricas em simbolismo espiritual, mas na cultura e historia botânica e também na nutrição. O milho, feijões e abóboras, complementam-se: milho para os grãos e o hidrato de carbono, os feijões para a proteína e a abóboras para a vitamina A.

O milho era preparado de muitas maneiras. Cozido, assado, como farinha, a imaginação era o limite. A abóbora podia ser cozida ou podia ser secada e armazenada para o uso durante todo o inverno.Os feijões novos frescos foram incluídos nos cozidos, e os feijões mais maduros eram secados para o inverno . Os feijões forneceram uma fonte de proteína durante o inverno.

Existem muitas tradições, histórias e cerimônias dos nativos americanos ligadas milho, a história das Três Irmãs, é a mais conhecida. Uma delas diz que o milho chegou através de uma entidade associada ao corvo. Na região dos Grandes Lagos eram feitos rituais e cerimônias de agradecimento para plantar e colher. Quase todos os americanos nativos incluem alguma história de sua cultura, referente as "Três Irmãs": Milho, feijão, e abóbora.

Dependendo da área , as colheitas mudam. Às vezes são plantadas cabaças e as vezes são adicionados girassóis. Esta tradição americana nativa é baseada no "círculo da vida," ou da idéia que todas as coisas vivas se interagem para a sobrevivência.

As nações consideram o feijão, o milho e a abóbora como os três presentes sagrados do Criador.

Numa história nativa da criação, estas três plantas foram dadas aos povos quando todos os três vegetais brotaram milagrosamente do corpo da filha da Mulher do Céu, e assim, concederam o presente da agricultura aos povos.

O milho, os feijões e a abóbora são conhecidos por terem espíritos individuais e serem sustentadores da vida. As mulheres eram responsáveis para estas colheitas no campo porque são demasiado generosas e sustentadoras da vida. Participar dessa colheita é um lugar de honra dentro da tribo para as mulheres que levam as Três irmãs para o povo.

Os nativos acreditam que, durante a noite, seus espíritos vagueiam pelos campos para se encontrar com o orvalho, para refrescarem-se com a umidade e para revigorar os campos que ocupam . Crescem abundantes juntas, protegendo-se das doenças e pragas.

Uma noite, quando os espíritos das irmãs estavam vagueando, um espírito maléfico, deteve o espírito do milho e inspirou a inveja na dedicação de um para o outro. Ao fazer assim, convenceu o milho a se mudar. Este mudança provou-se ser fatal, o milho cresceu cansado para sair e procurar o orvalho. Começou a crescer menos e tornou-se difícil de cultivar. Foi forçado a crescer sozinho longe de suas plantas irmãs. Eventualmente o orvalho por piedade ia visita-lo e quando o milho não está com suas irmãs é mais difícil de ser cultivado. As Três Irmãs se dedicam ao crescimento uma das outras.

A técnica nativa consiste em plantar num mesmo monte as três plantas. O simbolismo "das três irmãs" está profundamente enraizado nos corações de muitos americanos nativos, porque eles compreendem que nós não estamos sozinho.

A história de três irmãs ensina-nos o valor de cada pessoa que necessita-se crescer e prosperar. Somente em seguindo na vida comunitária é que podemos ter sucesso em nossas vidas, nossas almas, nossos sonhos.

FONTE: Léo Artese

Amando o nosso Templo, o nosso Corpo



"Embora sejam verdadeiras e trágicas as perturbações da alimentação compulsiva e destrutiva que deformam as dimensões do corpo, elas não são a norma na maioria das mulheres.

É mais provável que as mulheres que são grandes ou pequenas, largas ou estreitas, altas ou baixas, sejam assim simplesmente por terem herdado a configuração corporal dos seus parentes; se não dos seus parentes imediatos, então dos parentes de uma geração ou duas no passado.

Difamar ou julgar o físico herdado de uma mulher é criar gerações e mais gerações de mulheres ansiosas e neuróticas. As críticas destrutivas e desdenhosas a respeito da forma herdada de uma mulher privam-na de diversos tesouros psicológicos e espirituais
preciosos e de vital importância. Privam-na do orgulho pelo tipo de corpo que lhe foi transmitido por linhagens de antepassados. Se lhe ensinarem a rejeitar essa herança física, ela será imediatamente desvinculada da sua identidade corporal feminina com
o resto da família.

Se lhe ensinarem a detestar o próprio corpo, como poderá ela amar o corpo da mãe, que tem a mesma estrutura que o seu? ou o corpo da avó, ou das suas filhas também? Como poderá ela amar os corpos de outras mulheres (e homens) próximas a ela que tiverem herdado o corpo dos mesmos antepassados?

Semelhante agressão a uma mulher destrói seu legítimo orgulho de parentesco com sua própria gente e lhe rouba a alegria natural que ela sinta por seu corpo, não importa qual seja sua altura, tamanho ou forma. No fundo, a agressão ao corpo da mulher é uma agressão de longo alcance que atinge tanto os que vieram antes dela quanto os que chegarão depois"

-FONTE: Clarissa Pinkola Estes, em As Mulheres que correm com os Lobos

domingo, 29 de setembro de 2013

SABEDORIA DAS BRUXAS - UMA ÓTIMA SEMANA


A Lei mais elevada é agora o meu ensinamento.

Cuide bem dos seus atos, palavras e pensamentos.
Muitos seres podem ouvir e espíritos, saber
A maldade que você tanto procura esconder.

Então, gire a roda do ano; deixe o tempo passar,
Viva cheio de amor e não deixe o medo imperar.
Essa antiga sabedoria eu transmito e vou além:
“Faça o que quiser, mas não prejudique ninguém”.
Tenha cautela igualmente com a segunda lei,

Pois tudo o que vai volta, isso é o que bem sei
A roda continua girando, três vezes vai girar,
Ninguém pode enganá-la ou dela algo ocultar.
Busque a harmonia, o equilíbrio e a auto-estima,
Pois como é embaixo, é assim também em cima
Deixe brilhar a sua luz interior e que todo mundo a
Veja, se é isso o que você quer, então que assim seja!

Extraído e adaptado de

Se Você Quer Ser uma Bruxa.


A mulher sonha,
A bruxa faz o sonho acontecer,
A mulher mentaliza,
A bruxa a transforma em realidade,
A mulher desperdiça tempo,
A bruxa recicla,
A mulher vive em busca de Deus,
A bruxa vive sua natureza Divina,
A mulher se vale de autoridade,
A bruxa de malicia,
A mulher destrói sentimentos,
A bruxa faz renascer,
A mulher cria,
A bruxa transforma,
A mulher conquista um homem,
A bruxa encanta e seduz,
A mulher faz o homem ter um momento de prazer,
A bruxa manipula seus sentidos,
A mulher possui o corpo de um homem,
A Bruxa a alma,
A mulher faz um homem se apaixonar,
A bruxa o enlouquece de desejo,
A mulher pode ter varias homens,
Ah! mas só a bruxa os possui!
A mulher é capaz de matar por um grande amor,
Mas só a bruxa é capaz de morrer por ele ‼


"A inveja e a cobiça, não faz parte do vocabulário da Bruxa!
Somos filhas do pai Sol e da Mãe Lua...
Todas nascemos para brilhar!!!
Trabalhe com amor, dedicação e seriedade que chegarás lá!!!"
(((Andréia Hermann)))


"Ás vezes, nossa decepção é tão intensa, que nos rouba todas as forças... Mas, pode ter certeza, no momento certo, você ressurge tal qual uma fênix... Poderosa, forte e deslumbrante!"
Andréia Hermann

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Angus Mac Oc


O deus Dagda foi uma espécie de Orfeu céltico e, entre os seus descendentes, cabe citar Angus que cumpria entre os irlandeses as mesmas funções que o Cupido clássico. Angus era a deidade protetora do afeto e do amor e, em vez de lançar dardos ou flechas, atirava beijos que não se perdiam no ar, senão que se convertiam, depois de terem cumprido, por assim dizer, a sua missão, em dóceis e delicadas aves que alegravam com o seu melodioso trinar a vida dos felizes apaixonados.

Também é conhecido por Aengus ou Oengus e era, para os Celtas da Irlanda antiga, um deus da juventude, do amor e da beleza. Possuía uma harpa dourada que produzia uma música de irresistível doçura e dizia-se que os seus beijos se transformavam em pássaros que transportavam as mensagens de amor.

Uma das lendas conta que Angus se apaixonou por uma jovem que apenas viu em sonhos. Decidido a encontrá-la acaba por descobrir que é filha de Ethal Anbuais, um Sidh que morava em Connaught. Angus acaba por encontrar a sua amada perto de um lago como sendo a mais alta de um grupo de 150 jovens. Ethal conta a Angus que a sua filha é vítima de um encanto que faz com que ela se transformasse em cisne a cada dois anos (durante um ano permanecia mulher e durante o ano seguinte permanecia cisne). Assim, para poder desposá-la, Angus precisava transformar-se em cisne, durante a noite do próximo Samhain.

Assim foi, nessa data, Angus deslocou-se ao lago onde se encontrava a sua amada. Ao mesmo tempo que sua futura esposa se transformava em Cisne, juntamente com as restantes jovens, também Angus se transfigurou num belo cisne. Os dois, juntos, voaram então, ao redor do lago por três vezes, cantando uma melodia que fez o mundo adormecer por três dias e três noites.


FONTE: MITOLOGIA CELTA

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