sábado, 17 de agosto de 2013

Bríg e a Maldição dos Campos de Batalha


A Senhora do fogo, da cura e da poesia, celebrada no Festival de Imbolc, também, possui um lado sombrio... Sua força ancestral é tão forte quanto as demais Deusas soberanas da terra e da guerra.

Ao contrário do que muitos pensam Brighid também é uma Deusa guerreira, conhecida como "Bríg Ambue", a protetora soberana dos Fianna - exército de guerreiros criado para proteger os reis da Irlanda, formado por membros de diversas tribos, durante o Ciclo Feniano.

Brighid inspirou os bardos a compor e cantar maldições cantadas ou em forma de sátiras, chamadas de "Bríocht Cáinte", conforme a tradução do dicionário gaélico elaborado por Seán Ó Tuathail.

Bríocht: é um feitiço ou maldição utilizada, principalmente, para a proteção nos campos de batalha. Pode ser escrito "bricht" ou "breacht".

Cáinte: é uma sátira ou uma composição poética jocosa de intuito destrutivo.

Há vários mitos e lendas celtas que estão centrados na comunhão com os Deuses, através da inspiração poética tal como o "Awen" para os galeses e o "Imbas" para os irlandeses, um frenesi conhecido como "fogo na cabeça", promovido por estados alterados da consciência.

A "Bríocht Cáinte" é a forma mais temida de maldição de toda a Irlanda, inspirada pela Deusa Brighid. Estas maldições, normalmente, são acompanhadas pelo bodhrán (tambor irlandês) ou o bater de palmas, direcionadas para alguém que não agiu corretamente ou cumpriu os costumes relacionados com a honra e a verdade.

Bríg Cáinte

Em honra à Brighid, amada:

O meu forjar não é somente para moldar
Também não sou a mãe que apenas conforta
E a minha poesia não é só para elogiar

Para moldar o guerreiro...

Eu sou a chama da renovação
Eu sou o terror que ronda o opressor
Eu sou a água que purifica os campos
Eu sou o malho que golpeia a ilusão

Para inspirar a batalha...

Eu sou a fúria do fogo
Eu sou a tocha dos Fianna
Eu sou a raiva que exige justiça
Eu sou o veneno da sátira que rogo

Para calar o inimigo...

Eu sou o medo do traidor
Eu sou a força da espada
Eu sou o sangue que corre nas veias
Eu sou a morte do caluniador

Eu sou a Cáinte, que lança
Maldições e cantos aos adversários
Por Bríg Ambue, a portadora da esperança.

FONTE: Rowena A. Seneween

De Brigite, a deusa-mãe, ao mago Merlin, um panorama histórico, filosófico e antropológico da Mitologia Celta



FONTE YOU TUBE

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A Deusa no Reino da Morte


Nos tempos antigos, nosso Senhor, o Cornudo, era (e ainda é) o Consolador, o Confortador. Mas os homens o conheciam como o terrível Senhor das Sombras, solitário, inflexível e justo. Mas nossa Senhora, a Deusa resolveria todos os mistérios, até mesmo o mistério da morte; e assim ela viajou ao Mundo Subterrâneo. O Guardião dos Portais a desafiou...

“... Tira tuas vestes, põe de lado tuas joias, pois nada tu podes trazer contigo o interior desta nossa terra."

Assim ela se despojou de suas vestes e de suas joias, e foi amarrada, como todos Odd vivos que buscam ingressar nos domínios da Morte, a Poderosa, têm que ser.

Tal era a beleza dela, que a própria Morte se ajoelhou e depositou sua espada e coroa aos seus pés...

... E beijou seus pés, dizendo: "Abençoados sejam teus pés, que te trouxeram por estes caminhos. Permanece comigo, mas deixa que eu ponha minhas mãos frias sobre o teu coração.

" E ela respondeu: "Eu não te amo. Por que fazes todas as coisas que amo e nas quais me comprazo fenecerem e morrerem?”.

"Senhora" – respondeu a Morte – "trata-se da idade e da fatalidade, contra as quais sou impotente. A idade, o envelhecimento, leva todas as coisas a definharem; mas, quando os homens morrem ao desfecho de seu tempo, concedo-lhes repouso, paz e força para que possam retornar. Mas tu, tua és linda. Não retornes, permanece comigo." Mas ela respondeu: “Eu não te amo”.



“E então disse a Morte: “Se não recebem minhas mãos sobre seu coração, tens que te curvar ao açoite da Morte.” “É a fatalidade, melhor assim...” – ela disse e se ajoelhou”. E a Morte a açoitou brandamente.

E ela bradou: "Eu conheço as aflições do amor.”.

E a Morte se ergueu e disse: "Sejas abençoada." E lhe deu o beijo quíntuplo, dizendo: “Assim apenas pode atingir a alegria e o conhecimento”.

“Então a Morte desamarra os seus pulsos, depositando o cordel no chão”.

E ele a ela ensina todos os seus mistérios e lhe dá o colar que é o círculo do renascimento.

A Deusa, então, toma a coroa e a recoloca na cabeça do Senhor do Mundo Subterrâneo.

E ela ensina a ele o mistério da taça sagrada, que é o caldeirão do renascimento.

A Deusa toma o cálice em ambas às mãos, eles se entreolham, e ele coloca ambas as mãos nas dela.

Eles amaram e se tornaram um, pois há três grandes mistérios na vida do homem, e a magia os controlam todos. Para realizar o amor, tendes que retornar novamente no mesmo tempo e no mesmo lugar daqueles que são os amados; e tendes que encontrá-los, conhecê-los, lembrá-los e amarrá-los de novo.


O Senhor do Mundo Subterrâneo solta às mãos da Deusa e esta recoloca o cálice no seu lugar. Ele toma o açoite em sua mão esquerda e a espada na sua mão direita e ficam na posição do Deus, antebraços cruzados sobre o peito, espada e açoite apontados para cima. Ela fica na posição da Deusa, pernas escarranchadas e braços estendidos formando o pentagrama.

Mas para renascer tendes que morrer e ser preparado para um novo corpo. E para morrer tendes que nascer, e sem amor não pode nascer. E nossa Deusa sempre se inclina para o amor, e o júbilo, e a ventura; e ela protege e acaricia suas crianças ocultas na vida, e na morte ministra o caminho da comunhão com ela; e mesmo neste mundo ela lhes ensina o mistério do Círculo Mágico, que é disposto entre os mundos dos homens e dos Deuses.

Mito tradicional da Arte.

(Fonte:”Oito Sabás para Bruxas” de Janet e Stewart Farrar, Ed.Anúbis)

A DEUSA HÉCTA



Hécate é uma Deusa greco-romana simultaneamente mais temida e admirada.
Hécate é uma deusa lunar, um pouco a imagem da temida Lilith. Como todas as deusas lunares, Hécate encontra-se profundamente ligada ao mundo da magia, do oculto, da bruxaria, dos mais profundos segredos. Hécate é a deusa das bruxas, e simultaneamente a deusa que vem a este mundo recolher as almas para conduzi-las ao abismo do mundo dos mortos. Trata-se por isso, de uma deusa a que cabe um papel privilegiado na "ponte" entre o mundo dos vivos e dos mortos, entre o nosso mundo físico e o mundo dos espíritos.
Hécate pode incorporar numa lindíssima mulher de longos cabelos negros, e pode ser uma amante incomparável. Contudo a sua fúria e o seu poder são temíveis, e perante Hécate todo o respeito é pouco para garantir a sua ajuda. Dizem às lendas que Hécate também podia assumir a forma de um majestoso lobo negro, ou de um belo cão negro.


As estatuetas existentes nas encruzilhadas onde Hécate era venerada e as bruxarias eram executadas, chamavam-se Hecateias, e constavam na figura de uma lindíssima mulher com três faces, ou três belos corpos femininos unidos num só.
Muitos dos Santuários devotados a Ela eram pequenos e não tinham grandes ou preciosos materiais. Existem estátuas que a representam, mas são quase todas cópias romanas e é difícil saber o quão fiéis elas sejam das originais.Considerada uma Deusa Tríplice, classicamente fazia uma trindade com Perséfone e Deméter. Ao contrário da visão moderna pagã, Hécate era considerada a donzela, enquanto Perséfone era a mãe e Deméter a anciã.
Era a padroeira das Bruxas e em alguns lugares da Tessália, cultuada por grupos exclusivos de mulheres sob a luz da Lua. A Deusa possui inúmeros títulos. Como Propylaia, que significa: "Aquela que fica na frente do portão", Hécate oferecia proteção contra o mal,especificamente contra espíritos malígnos e maldições. Neste aspecto, seu culto era realizado nos portões de entrada, onde estátuas eram colocadas em sua homenagem.


Hécate permite a operação de tarefas místicas essencialmente através de processo de meditação. Através desse processo, no silêncio de uma meditação e através dos nossos sentidos, pensamentos e forças espirituais, é que Hécate reside e abre portas ao mundo mágico.

Historicamente, Hécate é uma Deusa que se originou nos mitos dos antigos karianos, no sudoeste da Asia menor, e foi assimilada na religião grega a partir do século 6 a.C.Hekat, uma antiga palavra egípcia que significa "Todo o poder",e que pode ser a origem do nome Hécate. Entre os romanos era chamada de Trívia, em virtude de sua conexão com as encruzilhadas tríplices. Outra possibilidade para o significado de seu nome esta nas relações das frases: "Ela que trabalha seu desejo" e o mais comum seria "Aquela que é distante'' ou "A mais brilhante"!
Na mitologia, Hécate era filha dos Titãs Perses e Asterias e acreditava-se que vagava nas noites sem luas com uma matilha de cães fantasmágoricos e uivantes. Embora os cães fossem os animais mais sagrados pra ela, Hécate estava associada às lebres na Antiga Grécia, como a sua equivalente germânica, a deusa lunar Harek. Para os antigos chineses, a lebre era tida como um animal de augúrio e dizia-se que vivia na lua.


Na arte, Hécate é muitas vezes representada como uma mulher com três cabeças, com serpentes sibilantes entrelaçadas em seu pescoço. Por essa razão, ela é chamada de triforme-símbolo que pode estar ligado aos três níveis Nascimento, Vida e Morte (representando o Passado, o Presente e o Futuro e à trindade da deusa tripla: Virgem, Mãe e Anciã). 
Devido à Sua natureza multiforme e misteriosa e à ligação com os poderes femininos “escuros”, as interpretações patriarcais distorceram o simbolismo antigo desta deusa protetora das mulheres e enfatizaram Seus poderes destrutivos ligados à magia negra (com sacrifícios de animais pretos nas noites de lua negra) e aos ritos funerários.
Na Idade Média, o cristianismo distorceu mais ainda seus atributos, transformando Hécate na “Rainha das bruxas”, responsável por atos de maldade, missas negras, desgraças, tempestades, mortes de animais, perda das colheitas e atos satânicos. Estas invenções tendenciosas levaram à perseguição, tortura e morte pela Inquisição de milhares de “protegidas de Hécate”, as curandeiras, parteiras e videntes, mulheres “suspeitas” de serem Suas seguidoras e animais a Ela associados (cachorros e gatos pretos, corujas).


No intuito de abolir qualquer resquício do Seu poder, Hécate foi caricaturizada pela tradição patriarcal como uma bruxa perigosa e hostil, à espreita nas encruzilhadas nas noites escuras, buscando e caçando almas perdidas e viajantes com sua matilha de cães pretos, levando-os para o escuro reino das sombras vampirizantes e castigando os homens com pesadelos e perda da virilidade. As imagens horrendas e chocantes são projeções dos medos inconscientes masculinos perante os poderes “escuros” da Deusa, padroeira da independência feminina, defensora contra as violências e opressões das mulheres e regente dos seus rituais de proteção, transformação e afirmação.
No atual renascimento das antigas tradições da Deusa compete aos círculos sagrados femininos resgatar as verdades milenares, descartando e desmascarando imagens e falsas lendas que apenas encobrem o medo patriarcal perante a força mágica e o poder ancestral feminino. Em função das nossas próprias memórias de repressão e dos medos impregnados no inconsciente coletivo, o contato com a Deusa Escura pode ser atemorizador por acessar a programação negativa que associa escuridão com mal, perigo, morte. Para resgatar as qualidades regeneradoras, fortalecedoras e curadoras de Hécate precisamos reconhecer que as imagens destorcidas não são reais, nem verdadeiras, que nos foram incutidas pela proibição de mergulhar no nosso inconsciente, descobrir e usar nosso verdadeiro poder.


A conexão com Hécate representa para nós um valioso meio para acessar a intuição e o conhecimento inato, desvendar e curar nossos processos psíquicos, aceitar a passagem inexorável do tempo e transmutar nossos medos perante o envelhecimento e a morte. Hécate nos ensina que o caminho que leva à visão sagrada e que inspira a renovação passa pela escuridão, o desapego e transmutação. Ela detém a chave que abre a porta dos mistérios e do lado oculto da psique; Sua tocha ilumina tanto as riquezas, quanto os terrores do inconsciente, que precisam ser reconhecidos e transmutados. Ela nos conduz pela escuridão e nos revela o caminho da renovação. Porém, para receber Seus dons visionários, criativos ou proféticos precisamos mergulhar nas profundezas do nosso mundo interior, encarar o reflexo da Deusa Escura dentro de nós, honrando Seu poder e Lhe entregando a guarda do nosso inconsciente. Ao reconhecermos e integrarmos Sua presença em nós, Ela irá nos guiar nos processos psicológicos e espirituais e no eterno ciclo de morte e renovação. Porém, devemos sacrificar ou deixar morrer o velho, encarar e superar medos e limitações; somente assim poderemos flutuar sobre as escuras e revoltas águas dos nossos conflitos e lembranças dolorosas e emergir para o novo. 
O dia 13 de Agosto era uma data importante no antigo calendário greco-romano, dedicada às celebrações das deusas Hécate e Diana, quando Lhes eram pedidas bênçãos de proteção para evitar as tempestades do verão europeu que prejudicassem as colheitas.

Na tradição cristã comemora-se no dia 15 de Agosto a Ascensão da Virgem Maria, festa sobreposta sobre as antigas festividades pagãs para apagar sua lembrança, mas com a mesma finalidade: pedir e receber proteção. Com o passar do tempo perdeu-se o seu real significado e origem e preservou-se apenas o medo incutido pela igreja cristã em relação ao nome e atuação de Hécate.

As Moiras teciam, mediam e cortavam o fio da vida dos mortais, mas Hécate podia intervir nos fios do destino. Muitas vezes foi representada com uma foice ou punhal para cortar as ligações com o mundo dos vivos. O cipreste está associado à imortalidade, intemporal idade e eterna juventude. Sendo a morte encarada como passagem transformadora e não o fim assustador e definitivo, essa significação tem origem na própria terra que dá vida, dá a morte e transforma os frutos em novas sementes que irão renascer.

FONTE: MITOLOGIA GREGA;  HISTÓRIA DE HÉCTA

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

POEMA - ALKIMIA


Atenção, meu amor, que vou contar-te uma segredo
Tão antigo quanto a Terra em que pisamos e que floresce
E floresce em segredo, escondida na mesma Terra
Em que pisamos. Presta atenção, meu amor, ao segredo
Da chuva que se forma nos céus, e cai sobre a Terra
E a fertiliza. A Terra é o útero da vida, meu amor
Onde o Deus Sol esconde a semente de vida das plantas.
Estás escutando, meu amor? É segredo.

Há quem contamine a Terra para que não floresça
E que contamine os céus para que não envie a chuva.
Por isto é segredo, meu amor, a ser sussurrado
A ser guardado, a ser passado de ouvido a ouvido
De coração a coração, para que não pereça
Não esmoreça sobre a Terra Mãe que protegemos
Sobre a qual gememos em temor que se revele
O segredo tão antigo quanto ela, onde pisamos.

É segredo, meu amor. Segredo como a planta nasce
Da semente escondida sob a Terra. Segredo do homem
Que se forma de maneira incompreensível, indiscernível
Dentro do ventre materno, escondido, secreto.

Segredo é a formação do fogo. A constituição da água.
A fórmula que faz com que o ouro seja mais brilhante
Do que o carvão da Terra, de onde ambos saem
Assim como as plantas, o ferro, os rubis, a prata.
Tudo isto é segredo, meu amor. Não contes.
Mas o mundo gira, meu amor. O mundo roda em espiral
E de repente o homem crescendo no ventre materno
E a semente crescendo no ventre da Terra Mãe
Deixaram de ser segredo. A fórmula de todas as coisas
É res dominium omni, e o segredo, meu amor,
Se foi com o vento que sopra agora sobre os edifícios
Sobre homens e plantas produzidos em laboratórios
Sobre ovelhas clonadas, perfeitos golems científicos.

O segredo, meu amor, da Terra Mãe e do Deus Sol
Das lágrimas da chuva alimentando vida e morte
Não mais existe para que o guardemos, e o sussurremos
E dancemos em círculos em seu louvor.
Mas não importa. Fecha os olhos e vem, meu amor,
Que vou contar-te o verdadeiro segredo.

É mais antigo do que os edifícios que nos cercam
E do que os homens e as plantas produzidos em laboratórios
E do que as ovelhas clonadas como golems científicos.
Vou contar-te o segredo de como o amor nasce
E nasce escondido na Terra fértil do coração dos homens
Incompreensível, incomensurável, secreto.
Estás escutando, meu amor? É segredo.

Há quem contamine os corações, para que não floresçam
E que contamine os corpos, para que não estendam a mão.
Por isto é segredo, meu amor, a ser sussurrado
A ser guardado, a ser passado de ouvido a ouvido
De coração a coração, para que não pereça
Não esmoreça sobre a Terra Mãe que protegemos
Sobre a qual gememos em temor que se revele
O segredo tão antigo quanto ela, onde pisamos.
Que gera a vida
Além de toda possibilidade de conhecimento
Além de toda razão especulada pelo homem
Além do poder de toda razão especulada pelo homem
Além do poder de toda sua mágica.

Esse é o segredo, meu amor.

A energia por detrás de tudo

A força dentro do teu peito

O gesto na palma de tua mão.

Venha, meu amor.

Vou ensinar-te

O segredo.


Autora : Dalva Agne Lynch

UMA BOA SEMANA











domingo, 11 de agosto de 2013

FELIZ DIA DO PAPAI


Não sabemos ao certo a verdadeira origem da história do Dia dos Pais, a versão que é a mais conhecida desta comemoração é a que conta sobre um ex-combatente militar de uma guerra civil, o senhor estadunidense William Jackson Smart, onde ele perde a sua esposa e fica sozinho, cuidando de seis filhos que ainda eram bem pequeninos.

Uma destas crianças, a menina Sonora Smart visto a data do Dia das Mães resolve homenagear este pai tão especial, que a filha admirava por ter dedicado a vida a criar a ela e seus irmãos. A história teria acontecido em 1909, quando Sonona escolhe a data em razão do nascimento de seu pai Willian, em 19 de junho.

Com o tempo e a repetição da celebração por outras famílias a data começou a se difundir e conquistar outras cidades do Estado de Washington, região onde moravam os Smart. Desta forma a homenagem acabou se espalhando por todo este país do norte, até chegar ao reconhecimento por parte do presidente do país na época, Richard Nixon t=que tornou assim a data oficial nos Estados Unidos da América, 19 de junho como o Dia dos Pais.

Há ainda, registros de homenagens a pais encontrados na antiga Babilônia, quatro mil anos atrás de nossa era. Os registros apontam um rapaz que esculpiu uma espécie de cartão em homenagem ao seu pai, com desejos de saúde, sorte e que vivesse muito.

Nos Estados Unidos da América a data é comemorada sempre no terceiro domingo do mês de junho, também é assim em outros países como, Canadá, França, África do Sul, México, Venezuela, Turquia e ainda outros.

No continente australiano e na Nova Zelândia o Dia dos Pais é celebrado no primeiro domingo do mês de setembro, na Rússia celebrasse sempre em 23 de fevereiro, Tailândia em 5 de dezembro, Itália em 19 de março que é o mesmo dia de São José.

No Brasil a data começou a ser celebrada no ano de 1953, onde a imprensa se reuniu e promoveu um concurso com intuito de homenagear três tipos diferentes de pais, aquele que tivesse mais filhos, o mais jovem e o mais velho. Ganhou um pai de 30 filhos, um de 16 anos e outro com 98 anos, respectivamente.

FONTE: GOOGLE

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