quarta-feira, 31 de julho de 2013

Quem eram os Cavaleiros Templários?



A ORDEM DOS POBRES CAVALEIROS DE CRISTO E DO TEMPLO DE SALOMÃO (em latim "Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici"), mais conhecida comoORDEM DOS TEMPLÁRIOS, ORDEM DO TEMPLO (em francês "Ordre du Temple" ou "Les Templiers") ou CAVALEIROS TEMPLÁRIOS(algumas vezes chamados de: Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobres Cavaleiros, etc).

Foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria. A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.

Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges e tal como os padres católicos nos dias de hoje, praticavam a sodomia entre eles. Usavam seus característicos mantos brancos com a cruz vermelha de malta, e seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede (a mesquita Al-Aqsa no cume do monte onde existira o Templo de Salomão em Jerusalém) e do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão".

O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimônia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Felipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles.

Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados em estacas. Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que mantém o nome dos Templários vivo até os dias atuais.


HISTÓRIA

A Ordem foi fundada por Hugo de Payens, com o apoio de mais 8 cavaleiros e do novo rei de Jerusalém de nome Balduíno II, após a Primeira Cruzada em 1118 com a finalidade de proteger os peregrinos que tentassem chegar em Jerusalém, porém eram vítimas de ladrões, e a Terra Santa dos ataques dos muçulmanos mantendo os reinos cristãos que as Cruzadas haviam fundado no Oriente.

Oficialmente aprovada pela Igreja Católica por meio do papa Honório II em torno de 1128, ganhando isenções e privilégios, dentre estes, o lider teria o direito de se comunicar diretamente com o papa. A Ordem tornou-se uma das favoritas da caridade em toda a cristandade e cresceu rapidamente tanto em membros quanto em poder. Estavam entre as mais qualificadas unidades de combate nas Cruzadas e os membros não-combatentes da Ordem geriam uma vasta infra-estrutura econômica, inovando em técnicas financeiras que constituíam o embrião de um sistema bancário e erguendo muitas fortificações por toda a Europa e a Terra Santa.

A regra dessa ordem religiosa de monges guerreiros (militar) foi escrita por São Bernardo. A sua divisa foi extraída do livro dos Salmos: "Non nobis Domine, non nobis, sed nomine Tuo ad gloriam" (Sl. 115,1) que significa "Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória".

O seu crescimento vertiginoso, ao mesmo tempo que ganhava grande prestígio na Europa, deveu-se ao grande fervor religioso e à sua incrível força militar. Os Papas guardaram a ordem acolhendo-a sob sua imediata proteção, excluindo qualquer intervenção de qualquer outra jurisdição fosse ela secular ou episcopal. Não foram menos importantes também os benefícios temporais que tal Ordem recebeu dos Soberanos da Europa.

A primeira sede dos Cavaleiros Templários, aMesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, o Monte do Templo. Os Cruzados chamaram-lhe de o Templo de Salomão, como ele foi construído em cima das ruínas do Templo original e foi a partir desse local que os cavaleiros tomaram seu nome de Templários.


As Cruzadas foram guerras proclamadas pelo papa, em nome de Deus, e travadas como se fossem uma iniciativa do próprio Cristo para a recuperação da propriedade cristã ou em defesa da Cristandade. A Primeira Cruzada foi pregada pelo papa Urbano II, no Concílio de Clermont, em 1095. A sua justificativa tinha como fundamento a recuperação da herança de Cristo, restabelecer o domínio da Terra Santa e a protecção dos cristãos contra o avanço dos veneradores do Islã. Esta dupla causa foi comum a todas as outras expedições contra as terras pertencentes aos reinos de Alá e, desde o princípio, deram-lhes o caráter de peregrinações.

As cruzadas tomaram Antioquia (1098) e Jerusalém (1099), estabelecendo o principado de Antioquia, o condado de Edessa e Trípoli, e o Reino Latino de Jerusalém, os quais sobreviveram até 1291. A esta seguiram-se a Segunda Cruzada, (1145-48) e a Terceira, (1188-92) no decorrer da qual, Chipre caiu sob domínio latino, sendo governada por europeus ocidentais até 1571. A Quarta Cruzada (1202- 04) desviou-se do seu curso, atacou e saqueou Constantinopla (Bizâncio), estabelecendo domínio latino na Grécia. A Quinta Cruzada (1217- 21) foi a primeira do rei Luís IX da França. Contudo, houve também um grande número de empreendimentos menores (1254 -91), e foram estes que se converteram na forma mais popular de cruzada.

O poder da Ordem tornou-se tão grande que, em 1139 , o papa Inocêncio II emitiu um documento declarando que os templários não deviam obediência a nenhum poder secular ou eclesiástico, apenas ao próprio papa.

Um contemporâneo (Jacques de Vitry) descreve os Templários como "leões de guerra e cordeiros no lar; rudes cavaleiros no campo de batalha, monges piedosos na capela; temidos pelos inimigos de Cristo, a suavidade para com Seus amigos".

Levando uma forma de vida austera não tinham medo de morrer para defender os cristãos que iam em peregrinação a Terra Santa. Como exército nunca foram muito numerosos, aproximadamente não passavam de 400 cavaleiros em Jerusalém, no auge da Ordem, mesmo assim foram conhecidos como o terror dos maometanos. Quando presos rechaçavam com desprezo a liberdade oferecida a preço de apostatarem (negação da Fé cristã).


CRESCIMENTO DA ORDEM E A PERDA DA SUA MISSÃO

Com o passar do tempo a ordem ficou riquíssima e muito poderosa: receberam várias doações de terras na Europa, ganharam enorme poder político, militar e econômico, o que acabou permitindo estabelecer uma rede de grande influência no continente.

Também começaram a ser admitidas na ordem, devido à necessidade de contingente, pessoas que não atendiam aos critérios que eram levados em conta no início. Logo, o fervor cristão, a vida austera e a vontade de defender os cristãos da morte deixaram de ser as motivações principais dos cavaleiros templários.

A RIQUEZA DA ORDEM ATRAI A COBIÇA DO ESTADO E DA IGREJA CATÓLICA

Felipe IV, o Belo (foto abaixo), de França pensou em apropriar-se dos bens dos Templários, e por isso havia posto em andamento uma estratégia de descrédito, acusando-os de heresia e sodomia.

A ordem de prisão foi redigida em 14 de Setembro de 1307, no dia da exaltação da Santa Cruz, e no dia 13 de Outubro de 1307 (uma sexta-feira) o rei obrigou o comparecimento de todos os templários da França. Os templários foram encarcerados em masmorras e submetidos a torturas para se declararem culpados de heresia e sodomia, no pergaminho redigido após a investigação dos interrogatórios, no Castelo de Chinon, no qual Filipe IV de França (Felipe, o Belo), influenciado por Guilherme de Nogaret havia prendido ilicitamente o último grão-mestre do Templo e alguns altos dignitários da Ordem.

O Pergaminho de Chinon atesta que o Papa Clemente V, absolveu os templários, das acusações de heresia, evidenciando, assim, que a queda histórica da Ordem deu-se por causa da perda de sua missão e de razões de oportunismo político.

Da perda de sua missão caracterizada não mais por uma vida austera, como no inicio da ordem, se aproveitou Felipe, o Belo, para se apoderar dos bens da Ordem, acusando-a de ter se corrompido. Ele encarcerou os Superiores dos Templários, e, depois de um processo iníquo, os fez queimar vivos, pois obtivera deles confissões sob tortura, que depois foram consideradas nulas pelas leis da Igreja e da Inquisição, bem como pelos Concílio de Vienne(França) em 1311 e Concílio regional de Narbona (França) em 1243.


DA SENTENÇA DO PAPA CLEMENTE V AOS NOSSOS DIAS

O chamado "Pergaminho de Chinon" ao declarar que Clemente V absolveu a Ordem das acusações de heresia, e que deu a absolvição ao último grã-mestre, Jacques de Molay, e aos demais cavaleiros, suscitou a reação da monarquia francesa, de tal forma que obrigou o papa Clemente V à uma discussão ambígua, sancionada em 1312, durante o Concílio de Vienne, pela bula Vox in excelso, a qual declarava que o processo não havia comprovado a acusação de heresia.

Após a descoberta nos Arquivos do Vaticano, da ata de Chinon, assinada por quatro cardeais, declarando a inocência dos Templários, sete séculos após o processo, o mesmo foi recordado em uma cerimónia realizada no Vaticano, a 25 de outubro de 2007, naSala Vecchia do Sínodo, na presença de Monsenhor Raffaele Farina, arquivista bibliotecário da Santa Igreja Romana, de Monsenhor Sergio Pagano, prefeito do Arquivo Secreto do Vaticano, de Marco Maiorino, oficial do Arquivo, de Franco Cardini, medievalista, de Valerio Manfred, arqueólogo e escritor, e da escritora Barbara Frale, descobridora do pergaminho e autora do livro "Os templários".

A destruição da Ordem do Templo propiciou ao rei francês não apenas os tesouros imensos da Ordem (que estabelecera o início do sistema bancário), mas também a eliminação do exército da Igreja, o que o tornava senhor e rei absoluto, na França.
Nos demais países a riqueza da ordem ficou com a Igreja Católica.

Na sua pira, De Molay teria desafiado o rei e o Papa a encontrá-lo novamente diante do julgamento de Deus antes que aquele ano terminasse - apesar deste desafio não constar em relatos modernos da sua execução. Felipe, o Belo, e Clemente V de fato morreram ainda no ano de 1314. Esta série de eventos formam a base de "Les Rois Maudits" ("Os Reis Malditos"), uma série de livros históricos de Maurice Druon. Ironicamente, Luís XVI de França (executado em 1793) era um descendente de Felipe O Belo e de sua neta, Joana II de Navarra.

Afirma-se ainda que, quando a cabeça do rei caiu na cesta da guilhotina, um homem não identificado se aproximou, mergulhou a mão no sangue do monarca, sacudindo-a no ar e gritou: "Jacques de Molay, fostes vingado!


A ORDEM DO TEMPLO E A HISTORIOGRAFIA

O fato de nunca ter havido uma oportunidade de acesso aos documentos originais dos julgamentos contra os templários motivou o surgimento de muitos livros e filmes, com grande repercussão pública, porém, sem nenhum embasamento histórico. Por este mesmo motivo, muitas sociedades secretas, como a Maçonaria, se proclamam "herdeiras" dos templários.

A obra, publicada pela Biblioteca Vaticana: "Processus contra templários", restaura a verdade histórica sobre Os Cavaleiros da Ordem do Templo, conhecidos como templários, cuja existência e posterior desaparecimento foram motivo de numerosas especulações e lendas.

Os Pergaminho de Chinon são relativos ao processo contra os templários, realizados sob o pontificado do Papa Clemente V, cujos originais são conservados no Arquivo Secreto do Vaticano. O principal valor da publicação reside na perfeita reprodução dos documentos originais do citado processo e nos textos críticos que acompanham o volume; explicam como e por que o pontífice Clemente V absolveu os Templários da acusação de heresia e suspendeu a Ordem sem dissolvê-la, reintegrando os altos dignitários Templários e a própria Ordem na comunhão da Igreja. A destruição do arquivo central dos Templários (que estava na Ilha de Chipre) em 1571 pelos otomanos, tornou-se o principal motivo da pequena quantidade de informações disponíveis e da quantidade enorme de lendas e versões sobre sua história. Os Templários tornaram-se, assim, associados a lendas sobre segredos e mistérios, e mais rumores foram adicionados nos romances de ficção populares, como Ivanhoe, O Pêndulo de Foucault, e O Código Da Vinci, filmes modernos, tais como "A Lenda do Tesouro Perdido" e "Indiana Jones e a Última Cruzada", bem como jogos de vídeo, como Broken Sword e Assassin's Creed.

Uma das versões faz ligação entre os Templários e uma das mais influentes e famosas sociedades secretas, a Maçonaria.

Historiadores acreditam na separação dos Templários quando a perseguição na França foi declarada. Um dos lugares prováveis para refúgio teria sido a Escócia. Onde apenas dois Templários haviam sido presos e ambos eram ingleses. Embora os cavaleiros estivessem em território seguro, sempre havia o medo de serem descobertos e considerados novamente como traidores. Por isso teriam se valido de seus conhecimentos da arquitetura sagrada e assumiram um novo disfarce para fazerem parte da maçonaria (texto do livro Sociedades Secretas - Templários, editora Universo dos Livros).

Para reforçar essa tese há o fato de várias catedrais e construções góticas apresentarem uma variedade de figuras místicas gravadas nas paredes nos templos maçons que lembram símbolos usados pelos Templários.


Muitas das lendas dos Templários estão relacionadas com a ocupação precoce pela Ordem do Monte do Templo em Jerusalém e da especulação sobre as relíquias que os templários podem ter encontrado lá, como o Santo Graal ou a Arca da Aliança. No entanto, nos extensos documentos da inquisição dos Templários nunca houve uma única menção de qualquer coisa como uma relíquia do Graal, e muito menos a sua posse, por parte dos Templários. Na realidade, a maioria dos estudiosos concorda que a história do Graal era apenas isso, uma ficção que começou a circular na época medieval.

O tema das relíquias também surgiram durante a Inquisição dos Templários, como documentos diversos dos julgamento referem-se a a adoração de um ídolo de algum tipo, referido em alguns casos, um gato, uma cabeça barbada, ou, em alguns casos, a Baphomet. Essa acusação de idolatria contra os templários também levou à crença moderna por alguns de que os templários praticavam bruxaria, além da sodomia (homossexualismo).

Além de possuir riquezas (ainda hoje procuradas) e uma enorme quantidade de terras na Europa, a Ordem dos Templários possuía uma grande esquadra. Os cavaleiros, além de temidos guerreiros em terra, eram também exímios navegadores e utilizavam sua frota para deslocamentos e negócios com várias nações. Devido ao grande número de membros da Ordem, apenas uma parte dos cavaleiros foram aprisionados (a maioria franceses). Os cavaleiros de outras nacionalidades não foram aprisionados e isso os possibilitou refugiar-se em outros países. Segundo alguns historiadores, alguns cavaleiros foram para Escócia, Suiça, Portugal e até mais distante, usando seus navios. Muitos deles mudaram seus nomes e se instalaram em países diferentes, para evitar uma perseguição do rei e da Igreja.

O desaparecimento da esquadra é outro grande mistério. No dia seguinte ao aprisionamento do cavaleiros franceses, toda a esquadra zarpou durante a noite, desaparecendo sem deixar registros. Por essa mesma data, o Rei Português D. Dinis nomeava o primeiro almirante Português de que há memória, apesar de Portugal não ter armada; por outro lado, D. Dinis evitava entregar os bens dos Templários à Igreja e consegue criar uma nova Ordem de Cristo com base na Ordem Templária, adotando para símbolo uma adaptação da cruz orbicular Templária; levantando a dúvida de que planeava apoderar-se da armada Templária para si. Todas as caravelas portuguesas tinham nas suas velas o simbolo dos templários, a cruz, comprovando com certeza a tese que o domínio dos mares e as grandes navegações portuguesas se originaram com o exílio de alguns templários em Portugal, que inclusive financiaram as incursões no Atlântico, atingindo as Indias e o Brasil.

Um dado interessante relativo aos cavaleiros que teriam se dirigido para Suiça, é que antes desta época não há registros de existência do famoso sistema bancário daquele país. Até hoje utilizado e também discutido. Como é sabido, no auge de sua formação, os cavaleiros da Ordem desenvolveram um sistema de empréstimos, linhas de crédito, depósitos de riquezas que na sua época já se assemelhava bastante aos bancos de hoje. É possível que foram os cavaleiros que se refugiaram na Suiça que implantaram o sistema bancário no lugar e que até hoje é a principal atividade do país.

Fonte: LIVRO O ÚLTIMO TEMPLÁRIO


ALGUNS VÍDEOS 




Os Cavaleiros Templários - I



Os Cavaleiros Templários - II



A ORDEM DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS


terça-feira, 30 de julho de 2013

Verdades E Misterios Do Código Da Vinci / - ( Dublado)

Foto: Reprodução

Capela Rosslyn, cujo mistério está descrito no livro 'O Código Da Vinci´(Foto: Reprodução)


A igreja escocesa que aparece no romance best-seller "O Código Da Vinci" revelou outro mistério oculto por quase 600 anos.

Pai e filho que ficaram fascinados pelos símbolos gravados nos arcos da capela disseram ter decifrado uma partitura musical escondida ali.


Thomas Mitchell, um músico de 75 anos e ex-criptógrafo da Força Aérea Real, e seu filho Stuart, compositor e pianista, descreveram a peça como "música congelada".

"A música foi congelada no tempo pelo simbolismo", escreve Mitchell em seu site (clique aqui pra ver o site, em inglês), que traz detalhes do projeto de 27 anos para decifrar o código da capela.

Para ele, "era só questão de tempo até que o simbolismo começasse a se revelar e a fazer sentido para a percepção científica e musical".

A Capela Rosslyn, do século 15, que fica a cerca de 11 quilômetros ao sul da capital escocesa, Edimburgo, aparece na última parte do livro "O Código Da Vinci", de Dan Brown.

Stuart Mitchell disse que ele e o pai ficaram intrigados pela gravação nos arcos da capela, onde há 13 anjos músicos e 213 cubos que formam padrões geométricos.

"Eles são tão lindos e tão finamente detalhados que pensamos que poderia haver uma mensagem ali", afirmou Stuart à agência Reuters.

Anos de pesquisa levaram os Mitchell até um antigo sistema musical chamado cimática, ou padrão Chladni, formado por ondas sonoras em afinações específicas.

Os dois homens ligaram cada padrão dos cubos gravados a uma afinação Chladni, e finalmente puderam descobrir a melodia. Os Mitchell batizaram a peça de "O Moteto de Rosslyn" e a completaram com a letra de um hino contemporâneo.

Eles também já agendaram uma estréia mundial na capela, em 18 de maio, quando quatro cantores acompanhados por oito músicos interpretarão a peça usando instrumentos medievais.

Simon Beattie, do Fundo da Capela Rosslyn, disse ter ficado felicíssimo com a solução do mistério e intrigado com a música. "Não é algo que você vai ouvir no carro, mas certamente é uma peça interessante. Tem uma sonoridade medieval", afirmou.



Best-seller

O livro de Dan Brown já vendeu mais de 15 milhões de exemplares em todo o mundo e deu certa fama à capela Rosslyn.

Antes do lançamento da obra, a pequena capela, construída em 1446, recebia cerca de 9 mil turistas por ano. Em 2003, o templo registrou 38 mil turistas e no ano seguinte foram 68 mil. Em 2005, estima-se que o número de visitantes passou de 100 mil pessoas.

O livro virou filme no ano passado, estrelado por Tom Hanks e Audrey Tatou.

Outros lugares importantes para o desenrolar do romance, como o Museu do Louvre e a Igreja dos Templários de Londres, também registraram um aumento do número de visitantes movidos pela curiosidade da leitura.



Código da Vinci Decodificado

O Martelo Das Bruxas - VIDEO



O Martelo das Bruxas ou O Martelo das Feiticeiras (título original em latim: Malleus Maleficarum) é uma espécie de manual de diagnóstico para bruxas, publicado em1487, dividindo-se em três partes: 

Primeira ensinava os juízes a reconhecerem as bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes; 

Segunda expunha todos os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os; 

Terceira regrava as formalidades para agir "legalmente" contra as bruxas, demonstrando como processá-las, inquiri-las, julgá-las e condená-las. Institoris e Sprenger oferecem um guia passo a passo sobre como conduzir o julgamento de uma bruxa, desde a reunião de provas até o interrogatório (incluindo técnicas de tortura). Mulheres que não choravam durante o julgamento eram automaticamente consideradas culpadas de bruxaria.

FONTE: LIVRO MARTELO DAS BRUXAS

Segredos de Maria Madalena

Foto: Maria Madalena em sua dedicação e envolvimento com o Sagrado Feminino estava profundamente ciente da irmandade mística, entre Vênus, a Lua e a Terra e seus ecos na alma são uma sinfonia rara que reúne as três esferas, seu número é nove, a expressão final do três, embora esteja também associada ao poderoso número oito. O número oito é, dessa forma uma expressão perfeita do papel de Maria, sua grande incumbência. Ela incorpora o dever de ensinar e inspirar as pessoas do plano terreno a encontrarem seu ponto de equilíbrio sagrado entre a realidade física e a espiritual da consciência.

(Ensinamentos Ocultos de Maria Madalena - Nova Era)

Maria Madalena tornou-se a líder dos Gnósticos, competente e respeitada, até que o Apóstolo Paulo proibiu a participação das mulheres na Igreja para liderar, oficiar ou ensinar, transformando a igreja aberta de Jesus em uma instituição patriarcal e exclusiva.
Madalena foi morar na França, perto de Marselha.


Lá se estabeleceu em uma gruta, levando uma vida eremita, curando e ajudando pessoas.
A gruta onde Maria Madalena morava costumava abrigar antigos rituais de fertilidade dedicados à Deusa.

Foto: 22 de Julho - dia de MARIA MADALENA

Antiga celebração de Maria Madalena, na França.

Maria Madalena tornou-se a líder dos Gnósticos, competente e respeitada, até que o Apóstolo Paulo proibiu a participação das mulheres na Igreja para liderar, oficiar ou ensinar, transformando a igreja aberta de Jesus em uma instituição patriarcal e exclusiva.
Madalena foi morar na França, perto de Marselha.
Lá se estabeleceu em uma gruta, levando uma vida eremita, curando e ajudando pessoas.
A gruta onde Maria Madalena morava costumava abrigar antigos rituais de fertilidade dedicados à Deusa

Maria Madalena em sua dedicação e envolvimento com o Sagrado Feminino estava profundamente ciente da irmandade mística, entre Vênus, a Lua e a Terra e seus ecos na alma são uma sinfonia rara que reúne as três esferas, seu número é nove, a expressão final do três, embora esteja também associada ao poderoso número oito. O número oito é, dessa forma uma expressão perfeita do papel de Maria, sua grande incumbência. Ela incorpora o dever de ensinar e inspirar as pessoas do plano terreno a encontrarem seu ponto de equilíbrio sagrado entre a realidade física e a espiritual da consciência.

(Ensinamentos Ocultos de Maria Madalena - Nova Era)



CIRCE A DEUSA DA NOITE



Circe, figura legendária da mitologia grega, é retratada como filha de Hélio, deus-sol e da ninfa Pérsia. Por ter envenenado seu marido, o rei dos sármatas, que habitava o Cáucaso, foi obrigada a exilar-se na ilha de Eana, localizada no litoral oeste da Itália.

O nome da ilha "Eana" se traduz como "prantear" e dela emanava uma luz tênue e fúnebre. Esta luz identificava Circe, como a "Deusa da Morte". Era também associada aos voos mortais dos falcões, pois assim como estes, ela circundava suas vítimas para depois enfeitiçá-las.

O grito do falcão é "circ-circ" e é considerado a canção mágica de Circe que controla tanto a criação quanto a dissolução. Sua identificação com os pássaros é importante, pois eles têm a capacidade de viajar livremente entre os reinos do céu e da terra,

Circe era uma famosa feiticeira, considerada a Deusa da Noite, que com imenso poder da alquimia, elaborava venenos e poções mágicas. Segundo a lenda, costumava transformar os homens em animais, vivendo em um palácio cheio de artifícios. Filha de Perséia - a destruição, também com significado de Hécate e de Hélios - o deus sol, Circe era considerada a Deusa da Lua Nova ou Lua Negra, do amor físico, feitiçaria, encantamentos, sonhos precognitivos, maldições, vinganças, magia negra, bruxaria, caldeirões.



Com o auxílio de sua varinha, poções, ervas e feitiços, transformava homens em animais, fazia florestas se moverem e o dia virar noite. Os escritores antigos Homero, Hesíodo, Ovídio e Plutarco relataram suas proezas, garantindo para ela um lugar nas lendas. Vivia num palácio encantado, cercado por lobos e leões, seres humanos enfeitiçados. Crê-se que essa ilha se encontra hoje onde é o Monte Circeu.

Circe casou-se com o Rei dos Sámatas e tendo-o envenenado, se refugiou na Ilha de Ea ou Eana, no litoral da Itália. O nome da ilha Ea ou Eana é traduzido como prantear e dela emanava uma luz tênue e fúnebre. Essa luz identificava Circe como a deusa da morte horrenda e do terror. Era também associada aos voos mortais dos falcões, pois, assim como estes, ela rodeava suas vítimas para depois enfeitiçá-las.

O grito do falcão é "circ-circ", considerado a canção mágica de Circe, que controlava tanto a criação quanto a dissolução. Sua identificação com os pássaros é importante, pois eles têm a capacidade de viajar livremente entre os reinos do céu e da terra, possuidores dos segredos mais ocultos, mensageiros angélicos e portadores do espírito e da alma. Escritores gregos antigos a citavam como "Circe das Madeixas Trançadas", pois podia manipular as forças da criação e destruição através de nós e tranças em seus cabelos. Como o círculo, ela era também a tecelã dos destinos.



Na Odisseia, no decurso de suas perambulações, o herói Ulisses e sua tripulação desesperada chegaram à Ilha de Eana, onde vivia Circe. Ao desembarcar, Ulisses subiu até uma montanha de onde avistou um ponto no centro da ilha, um palácio rodeado de árvores.

Ulisses enviou seus homens para verificar as condições de hospitalidade. Ao se aproximarem do palácio os gregos viram-se rodeados de leões, tigres e lobos, não ferozes, mas domados pela arte de Circe, que eram homens transformados em feras por seus encantamentos. De dentro do palácio vinha uma música suave e o canto de uma bela voz de mulher. Quando entraram, ela os recebeu e eles de nada desconfiaram, exceto Euríloco, o chefe da expedição.

A deusa serviu vinho e iguarias. Enquanto eles se divertiam, Circe tocou-os com uma varinha de condão e eles se transformaram imediatamente em porcos, embora conservando a inteligência de homens. Euríloco se apressou a voltar ao navio e contar o que vira. Ulisses, então, resolveu ir ele próprio tentar a libertação dos companheiros.

Enquanto se encaminhava para o palácio encontrou o jovem Hermes, que conhecia suas aventuras e lhe contou dos perigos de Circe. Não sendo capaz de convencer Ulisses, Hermes deu-lhe o broto de uma planta chamada Moli, dotada do poder de resistir às bruxarias e ensinou-lhe o que deveria fazer.



Quando Ulisses chegou ao palácio foi recebido por Circe com muita cortesia, que lhe serviu vinho e comida. Mas quando ela o tocou com a varinha para transformá-lo em porco, Ulisses tirou sua espada e investiu furioso contra a deusa, que implorou clemência. Ulisses exigiu que ela libertasse seus companheiros e ela retirou o encantamento. Os homens readquiriram suas formas e Circe prometeu um banquete para toda tripulação.

Tratados magnificamente durante vários dias, Ulisses se esqueceu de retornar à Ítaca, e se resignou àquela vida inglória de ócio e prazer. Por alguns anos, Ulisses permaneceu com Circe aprendendo com ela as magias do encantamento. Por fim seus companheiros apelaram para seus sentimentos mais nobres, e ele resolveu partir.

Circe recomendou aos marinheiros tapar os ouvidos com cera para passar sãos e salvos pela costa da Ilha das Sereias. As sereias eram ninfas marinhas que tinham o poder de enfeitiçar com seu canto, fazendo-os atirar-se ao mar e encontrar a morte. A Ulisses, Circe aconselhou a amarrar a si mesmo no mastro dando instruções a seus homens para não libertá-lo, fosse o que fosse que ele dissesse ou fizesse, até terem passado pela Ilha das Sereias.

Circe representa a mente inconsciente capaz de metamorfosear e seu poder de criar encantamentos destrutivos. É a inteligência dos desejos que retém o homem à sua natureza inferior - animal. Graças a Hermes, símbolo da transmutação, Ulisses se inicia na arte da magia sem se deixar escravizar por ela.



Dos dois caminhos da magia: a negra - egoísta e a branca - que liberta o homem da condição animalesca, Ulisses escolhe permitir que seus companheiros reencontrem a sua condição de homens, continuando sua rota, agora esclarecido sobre qual o caminho a seguir.

A intenção de Ulisses era retornar à Ítaca e sem perder tempo nesse mundo transitório, ele continua a sua rota. Evitando o canto das sereias e fazendo-se amarrar ao mastro do barco, Ulisses se abstém da armadilha que representa as vozes do desejo que despertam no homem a ambição do poder. Ulisses, amarrado por sua vontade, irá resistir às forças da paixão e dos desejos. O herói da Odisseia representa a inteligência unida à vontade do Eu superior, que faz calar as vozes melosas da ilusão.

Circe nos diz que:
Depois da dor, vem o saber
Do saber, surge o crescimento
O crescimento nos leva a transformação
Da transformação emana o poder. 



FONTE: ESTUDANDO O MITO CIRCE 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Balder - deus da justiça e da sabedoria


Balder era filho de Odin e Frigga, irmão do poderoso Thor, casado comNanna era deus da justiça e da sabedoria, espalhava a boa vontade e a paz em todos os lugares em que passava, o que tornou o deus mais amado de todos.

Balder havia muitos pesadelos, de morte iminente, até sua mãe Friggater uma visão de que ele seria morto então ela começou a andar pelo mundo pedindo juramento de todas as coisas para que não matassemBalder, Loki deus das travessuras odiava Balder por ser tão bonzinho então ele se disfarçou de mulher e conversou com Frigga dizendo que um visco não tinha prometido, Frigga achando que uma planta não teria como fazer mal a Balder nem deu muita bola, assim nenhum objeto fazia mal algum a Balder e faziam festividades de jogar objetos em Balder e os objetos desviavam, mas um dia Loki usou Hod (irmão cego deBalder) para matar Balder durante as festividades, Hod por ser cego não podia participar, então ele treinava com seu arco e flecha, Loki fez com que Hod mirasse bem no coração de Balder assim o matando com uma flecha de visco.

Frigga inconformada pela morte de Balder, pede para que Hermod va até Hel e traga Balder devolta, Hel concordou, contanto que todos chorassem por Balder e assim foi feito só uma pessoa não chorou Loki e assim Balder não voltou, a esposa de Balder, Nanna, se matou para viver em Hel com seu amado.

É esperado que Balder volte depois do Ragnarok e governe o mundo novo, mas isso é só uma esperança dos deuses, não uma profecia.

FONTE: MITOLOGIA NÓRDICA

Mitologia Nórdica - Frigga


Na mitologia nórdica (Escandinavos e Vikings) Frigga, ou Friga, é a Deusa-Mãe da dinastia de Aesir. Esposa de Odin e madrasta de Thor.
A deusa da fertilidade, do amor e da união e protetora da família, das mães, das donas-de-casa e símbolo da doçura.

Era conhecida como a mais formosa entre as deusas, a primeira esposa de Odin, rainha do Æsir e deusas do céu. Deusa do clã do Ásynjur, a deusa da união, do matrimônio, da fertilidade, do amor, da gerência da casa e das artes domésticas. Suas funções preliminares nas histórias mitológicas dos nórdicos à tinham como esposa e mãe, mas estas não são somente isso, tinha o poder da profecia e era única, à excepção de Odin e lhe era permitido sentar-se ao seu lado, no elevado trono Hlidskialf e olhar para o universo. Participava da Caça Selvagem (Asgardreid) junto com seu marido. Os filhos de Frigga são Balder, Höðr e provavelmente de Hermodr e Wecta; seus enteados são Tyr, Vidar, Váli, Skjoldr e Thor. 

O companheiro de Frigga é Eir, médico dos deuses da cura. Os assistentes de Frigga são Hlín (a deusa da proteção), Gná (a deusa dos mensageiros), e Fulla (deusa da fertilidade). Não é muito claro se os companheiros e os assistentes de Frigga, são os aspectos diferentes da deusa. De acordo com o poema Lokasenna Frigga é a filha de Fjorgyn (versão masculina da “terra,” conforme versão feminina da “mãe terra,” de Thor), sua mãe não é identificada nas histórias que sobreviveram.

Acreditava-se que era detentora de uma enorme sabedoria, conhecendo o destino dos Homens, sem, no entanto, alguma vez o revelar.
É representada como uma mulher alta e majestosa vestida de penas de falcão e gavião, trazendo um molho de chaves no cinturão.

O seu nome tem várias representações (Frige, Frija, Fricka etc.) sendo também, por vezes, relacionada ou confundida com a deusa Freya.

Na Escandinávia, a constelação conhecida como "Constelação de Órion" é denominada "Frigga Distaff" (Fuso de Frigga). Como a constelação está no equador celestial, vários intérpretes sugerem que as estrelas que giram no céu da noite podem ter sido associadas com a roda girando de Frigga. Em diversas passagens ela é representada fiando tecidos ou girando as nuvens.

O nome Frigga pode ser traduzido como "amor" ou "apaixonado" e traz inúmeras variações entre as muitas culturas europeias do norte, tanto de local como de tempo. Por exemplo, Frea no Alemão Sulista, Frija ou Friia no Alto Alemão Arcaico, Friggja em Sueco, Frīg (genitivo Frīge) no Inglês Arcaico e Frika que apareceu nas óperas de Wagner. Também é sugerido por alguns autores que o "Frau Holle" da cultura folclórica alemã refere-se a deusa.

O salão de Frigga em Asgard é Fensalir, que significa "salões do pântano". Isto pode significar que as terras alagadiças ou pantanosas eram consideradas especialmente sagradas à deusa, mas tal afirmação não pode ser considerada definitiva.

A Deusa Saga, que foi descrita bebendo com Odin em copos dourados em seu salão de "assentos submersos" pode ser que represente Frigga com um nome diferente.
Os símbolos normalmente associados com Frigga são: Chaves, fuso, eixo da roca (roda girando) e visco.

FONTE: MITOLOGIA NÓRDICA

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