domingo, 19 de maio de 2013

"Senhora dos Quatro Elementos"


A Sua Arte, Senhora, veio à luz.
Quem poderá escapar de seu poder?
Sua forma é um eterno mistério;
Sua presença paira sobre as terras quentes.
Os mares te obedecem,
As tempestades se acalmam.
A sua vontade detém o dilúvio.
E eu, tua pequena criatura,
Faço a saudação:
Minha Grande Rainha,
Minha Grande Mãe!


Amor de sacerdotisa (Bela Síol)

Pudera um dia,
Conhecer os mistérios dos deuses,
Desses que se escondem em cada alma humana,
Sentir o calor da centelha divina,
Assoprar a brasa pra reavivar o fogo da vida.
Quisera ser a donzela,
E despertar nos que amo,
A natureza selvagem dos lobos,
Que caçam em matilha.
E acolher nos seios os filhos a mim confiados,
E resguardá-los das dores do mundo,
Tal qual a mãe protege o filho,
Quando ainda indefeso.
Mas hoje, tomada pela anciã,
Ofereço a sabedoria ainda pequena,
Para que meus guerreiros enfrentem a vida,
Confiantes na roda que gira,
Trazendo bênçãos de cura pra alma,
E a confiança plena na deusa,
Que em mim habita,
Saudando os deuses que trazem consigo.


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Fala Morgana...


O povo de Avalon traz ao conhecimento de sua Senhora todos os problemas, tanto

os grandes quanto os pequenos. Hoje de manhã os druidas vieram me procurar para

dizer que houve um deslizamento de rochas na galeria que vai do Templo deles à

câmara onde fica a Pedra Omphalos, e eles não sabiam como poderá ser reparado.

Eles agora são poucos aqui, e a maioria dos que restam está idosa. Muitos dos que

poderiam ter renovado a Ordem dos Druidas morreram nas guerras contra os

saxões ou foram se juntar aos monges que cuidam da capela cristã que fica naquela

outra Avalon.



E assim eles vêm me procurar, como todos vêm me procurar, os que ainda restam,

para que eu lhes diga o que devem fazer. Sempre me pareceu estranho que o

caminho para um mistério que está enterrado tão profundamente na terra comece no

Templo do Sol, mas eles dizem que aqueles que foram os primeiros a trazer a

antiqüíssima sabedoria para estas ilhas, muito antes dos druidas, reverenciavam e

glorificavam a Luz acima de todas as coisas.

O dom da Vidência não me visita mais como fazia quando eu era jovem e lutamos

para trazer a Deusa de volta ao mundo. Agora sei que Ela já estava aqui, e sempre

estará, mas a Omphalos é a pedra ovo, o umbigo e o centro do mundo, a derradeira

magia de uma terra afundada sob as águas do mar há tanto tempo, que mesmo para

nós é uma lenda.


Quando eu era menina, havia tapeçarias no Templo dos Druidas que contavam a

história de como a pedra veio para cá. Elas se desfizeram em fiapos e pó, mas eu

pessoalmente certa ocasião segui por aquela galeria até o coração da colina e

toquei na pedra sagrada. As visões que tive na época estão mais vividas agora do
que muitas de minhas próprias recordações. Mais uma vez posso ver a Montanha
Estrela coroada de fogo e o navio de Tiriki suspenso, a tremer na onda, enquanto a
Terra Condenada é engolfada pelo mar.


Mas não acredito que eu estivesse naquele navio. Tenho tido sonhos em que fiquei
parada de mãos dadas com um homem a quem eu amava e assisti enquanto meu
mundo se desfazia em pedaços, exatamente como a Bretanha se desfez quando
Artur morreu. Talvez por isso eu tenha sido mandada de volta para esta época, pois
Avalon certamente está tão perdida quanto estava Atlântida, embora sejam brumas
e não fumaça o que a esconde do mundo dos mortais.

Houve um tempo em que havia uma galeria que conduzia até a Pedra Omphalos
partindo da gruta onde a Nascente Branca brota do Tor, mas tremores na terra
bloquearam esse caminho já faz muito tempo. Talvez não seja nosso destino que
caminhemos mais por ali. A Pedra nos está sendo tomada, como tantos outros
Mistérios.

Eu conheço tudo sobre como as coisas chegam ao fim. São os princípios que me
escapam.




Como eles vieram para cá, aquelas bravas sacerdotisas e sacerdotes que
sobreviveram ao Afundamento? Dois milênios se passaram desde que a Pedra foi
trazida para esta costa, e mais quinhentos, e embora saibamos pouco mais do que
seus nomes, preservamos seu legado. Quem eram esses ancestrais que pela
primeira vez trouxeram a sabedoria antiqüíssima e enterraram-na como uma
semente no coração desta colina sagrada?

Se eu puder compreender como eles sobreviveram à sua provação, talvez encontre
esperança de que a antiqüíssima sabedoria que preservamos será levada até o
futuro e que alguma coisa da magia de Avalon perdurará...

FONTE: BRUMAS DE AVALON


segunda-feira, 13 de maio de 2013

DEUSA DA CRIAÇÃO



Minha voz é ouvida por toda Terra e ouvinda além dela 

Pois eu sou a Divina e Ancestral Deusa 

Senhora de toda amaor que criou o mundo sob a harminia e a pefeiçãos dos ciclos 

Que se repetem tanto na Terra quanto no Céu 

Sob minha fronte trago o sol 

Abaixo de meus pés minha, morada e carruagem, a Lua 

Diante de mim Meu espelho que é o Universo 

Atrás de mim Todo que não foi dito ou criado 

Minhas mãos são negras pois ceifo tudo o que a minha frente 

No todo, no universo 

Pois está é a minha maneira de amar, para dar uma nova vida 

O meu coração, são todas as mais puras emoções que animam a alma dos seres humanos 

Tenho em mim a humildade pois criei meu contra parte para celebrar a alegria do universo 

Tenho soberania pois meus ciclos mágicos controlam toda a sorte de poderes menores no Universo 

Tenho dignidade pois dou independencia e direito de escolha a todos os meus filhos na Terra 

E idependente da forma como meditem sobre a força da criação 

Animo e dou amor a todos os seres 

Por isso sou a Grande Deusa, Mãe da Lua, Senhora do Sol, Rainha da Terra, e Soberania do Universo.


FONTE: Gaia Lil

Carta do Cacique Mutua a todos os povos da Terra



“A sabedoria tende a provocar discórdia, já a ignorância é quase sempre unânime..."
(Max Gehringer)



O Sol me acordou dançando no meu rosto. Pela manhã, atravessou a palha da oca e brincou com meus olhos sonolentos.

O irmão Vento, mensageiro do Grande Espírito, soprou meu nome, fazendo tremer as folhas das plantas lá fora.

Eu sou Mutua, cacique da aldeia dos Xavantes. Na nossa língua, Xingu quer dizer água boa, água limpa. É o nome do nosso rio sagrado.
Como guiso da serpente, o Vento anunciou perigo. Meu coração pesou como jaca madura, a garganta pediu saliva.

Eu ouvi. O Grande Espírito da floresta estava bravo.
Xingu banha toda a floresta com a água da vida. Ele traz alegria e sorriso no rosto dos curumins da aldeia. Xingu traz alimento para nossa tribo.
Mas hoje nosso povo está triste. Xingu recebeu sentença de morte. Os caciques dos homens brancos vão matar nosso rio.

O lamento do Vento diz que logo vem uma tal de usina para nossa terra. O nome dela é Belo Monte. No vilarejo de Altamira, vão construir a barragem. Vão tirar um monte de terra, mais do que fizeram lá longe, no canal do Panamá.

Enquanto inundam a floresta de um lado, prendem a água de outro. Xingu vai correr mais devagar. A floresta vai secar em volta. Os animais vão morrer. Vai diminuir a desova dos peixes. E se sobrar vida, ficará triste como o índio.

Como uma grande serpente prateada, Xingu desliza pelo Pará e Mato Grosso, refrescando toda a floresta. Xingu vai longe desembocar no Rio Amazonas e alimentar outros povos distantes.
Se o rio morre, a gente também morre, os animais, a floresta, a roça, o peixe tudo morre. Aprendi isso com meu pai, o grande cacique Aritana, que me ensinou como fincar o peixe na água, usando a flecha, para servir nosso alimento. 



Se Xingu morre, o curumim do futuro dormirá para sempre no passado, levando o canto da sabedoria do nosso povo para o fundo das águas de sangue.
Hoje pela manhã, o Vento me levou para a floresta. O Espírito do Vento é apressado, tem de correr mundo, soprar o saber da alma da Natureza nos ouvidos dos outros pajés. Mas o homem branco está surdo e há muito tempo não ouve mais o Vento.

Eu falei com a Floresta, com o Vento, com o Céu e com o Xingu. Entendo a língua da arara, da onça, do macaco, do tamanduá, da anta e do tatu. O Sol, a Lua e a Terra são sagrados para nós.
Quando um índio nasce, ele se torna parte da Mãe Natureza. Nossos antepassados, muitos que partiram pela mão do homem branco, são sagrados para o meu povo.
É verdade que, depois que homem branco chegou, o homem vermelho nunca mais foi o mesmo. Ele trouxe o espírito da doença, a gripe que matou nosso povo. E o espírito da ganância que roubou nossas árvores e matou nossos bichos. No passado, já fomos milhões. Hoje, somos somente cinco mil índios à beira do Xingu, não sei por quanto tempo.

Na roça, ainda conseguimos plantar a mandioca, que é nosso principal alimento, junto com o peixe. Com ela, a gente faz o beiju. Conta a história que Mandioca nasceu do corpo branco de uma linda indiazinha, enterrada numa oca, por causa das lágrimas de saudades dos seus pais caídas na terra que a guardava.

O Sol me acordou dançando no meu rosto. E o Vento trouxe o clamor do rio que está bravo. Sou corajoso guerreiro, não temo nada.

Caminharei sobre jacarés, enfrentarei o abraço de morte da jiboia e as garras terríveis da suçuarana. Por cima de todas as coisas pularei, se quiserem me segurar. Os espíritos têm sentimentos e não gostam de muito esperar.

Eu aprendi desde pequeno a falar com o Grande Espírito da floresta. Foi num dia de chuva, quando corria sozinho dentro da mata, e senti cócegas nos pés quando pisei as sementes de castanha do chão. O meu arco e flecha seguiam a caça, enquanto eu mesmo era caçado pelas sombras dos seres mágicos da floresta. 



O espírito do Gavião Real agora aparece rodopiando com suas grandes asas no céu.
Com um grito agudo perguntou:
Quem foi o primeiro a ferir o corpo de Xingu?

Meu coração apertado como a polpa do pequi não tem coragem de dizer que foi o representante do reino dos homens.

O espírito do Gavião Real diz que se a artéria do Xingu for rompida por causa da barragem, a ira do rio se espalhará por toda a terra como sangue e seu cheiro será o da morte.

O Sol me acordou brincando no meu rosto. O dia se abriu e me perguntou da vida do rio. Se matarem o Xingu, todos veremos o alimento virar areia.

A ave de cabeça majestosa me atraiu para a reunião dos espíritos sagrados na floresta. Pisando as folhas velhas do chão com cuidado, pois a terra está grávida, segui a trilha do rio Xingu. Lembrei que, antes, a gente ia para a cidade e no caminho eu só via árvores.

Agora, o madeireiro e o fazendeiro espremeram o índio perto do rio com o cultivo de pastos para boi e plantações mergulhadas no veneno. A terra está estragada. Depois de matar a nossa floresta, nossos animais, sujar nossos rios e derrubar nossas árvores, querem matar Xingu.

O Sol me acordou brincando no meu rosto. E no caminho do rio passei pela Grande Árvore e uma seiva vermelha deslizava pelo seu nódulo.

Quem arrancou a pele da nossa mãe? gemeu a velha senhora num sentimento profundo de dor.
As palavras faltaram na minha boca. Não tinha como explicar o mal que trarão à terra.

Leve a nossa voz para os quatro cantos do mundo clamou O Vento ligeiro soprará até as conchas dos ouvidos amigos ventilou por último, usando a língua antiga, enquanto as folhas no alto se debatiam.

Nosso povo tentou gritar contra os negócios dos homens. Levamos nossa gente para falar com cacique dos brancos. Nossos caciques do Xingu viajaram preocupados e revoltados para Brasília. Eu estava lá, e vi tudo acontecer.

Os caciques caraíbas se escondem. Não querem olhar direto nos nossos olhos. Eles dizem que nos consultaram, mas ninguém foi ouvido.

O homem branco devia saber que nada cresce se não prestar reverência à vida e à natureza. Tudo que acontecer aqui vai voar com o Vento que não tem fronteiras. Recairá um dia em calor e sofrimento para outros povos distantes do mundo.

O tempo da verdade chegou e existe missão em cada estrela que brilha nas ondas do Rio Xingu. Pronta para desvendar seus mistérios, tanto no mundo dos homens como na natureza.

Eu sou o cacique Mutua e esta é minha palavra! Esta é minha dança! E este é o meu canto!

Porta-voz da nossa tradição, vamos nos fortalecer. Casa de Rezas, vamos nos fortalecer. Bicho-Espírito, vamos nos fortalecer. Maracá, vamos nos fortalecer. Vento, vamos nos fortalecer. Terra, vamos nos fortalecer.

Rio Xingu! Vamos nos fortalecer!
Leve minha mensagem nas suas ondas para todo o mundo: a terra é fonte de toda vida, mas precisa de todos nós para dar vida e fazer tudo crescer.
Quando você avistar um reflexo mais brilhante nas águas de um rio, lago ou mar, é a mensagem de lamento do Xingu clamando por viver."

Cacique Mutua

fonte: Monica martins


domingo, 12 de maio de 2013

MAMÃE.COM



NÃO É DE MINHA AUTORIA, e infelizmente não sei quem escreveu, recebi como "autor desconhecido". Como produz esse tal de Autor Desconhecido! Please, não passe adiante com o meu nome, ok? Eu apenas estou compartilhando porque acho que as mães, realmente, merecem uma folga. Viva nós!”


1a. Convenção Familiar

Queridos Filhos,
Em primeiro lugar, Mamãe gostaria de agradecer a presença de todos nesta Primeira Convenção Familiar. Mamãe sabe como foi difícil abrir um espaço nas agendas de cada um de vocês: Papai tinha uma lavagem de carro praticamente inadiável, Júnior já tinha marcado de se trancar no quarto, Carol estava para receber pelo menos três telefonemas importantíssimos de uma hora e meia cada um. Mamãe está comovida. Muito obrigada.
Bem, conforme Mamãe já tinha mais ou menos antecipado, esta convenção é para comunicar ao público interno - Papai, Júnior e Carol - todas as modificações nos produtos e serviços da linha Mamãe. Como vocês sabem, a última vez que Mamãe passou por reformulações foi há 14 anos, com o nascimento do Júnior. De lá para cá, os hábitos e costumes, o panorama cultural, a economia e o mercado passaram por transformações radicais. Mamãe precisa acompanhar a evolução dos tempos, sob pena de ver sua marca desvalorizada. Para começar, Mamãe vai mudar a embalagem. Mamãe sabe que esta é uma decisão polêmica, mas, acreditem, é o que deve ser feito. Mamãe sai desta convenção direto para um spa, e de lá para uma clínica de cirurgia plástica. Nada assim tão radical. Haverá pouquíssimas alterações de rótulo, vocês vão ver. Mamãe vai continuar com praticamente o mesmo formato, só que com linhas mais retas em alguns lugares e linhas mais curvas em outros. Calma, Papai! Mamãe já captou recursos no mercado. Mamãe vai ser patrocinada por uma nova marca de comida congelada. Lei Rouanet, porque Mamãe também é cultura.


Junto com o lançamento da nova embalagem de Mamãe, no entanto, acontecerá o movimento mais arriscado deste plano de reposicionamento. Sinto informar, mas Mamãe vai tirar do mercado o produto Supermãe. Não, não, não adianta reclamar. Supermãe já deu o que tinha de dar. Trata-se de um produto anacrônico e superado, antieconômico e difícil de fabricar. Mamãe sabe que o fim da Supermãe vai aumentar a demanda pela linha Vovó, que disputa o mesmo segmento. Paciência. Você não pode atender todos os públicos o tempo todo. No lugar da Supermãe, Mamãe vai lançar (queriam que eu dissesse 'vai estar lançando', mas eu me recuso) novas linhas de produtos mais adequados à realidade de mercado. Vocês vão poder consumir Mamãe nas versões Active (executiva e profissional), Light (com baixos teores de pegação de pé), Classic (rígida e orientadora), Italian (superprotetora) e Do-It-Yourself (virem-se, fui passear no shopping). Mas uma de cada vez, sem misturar. Ah, sim, Mamãe detesta esses nomes em inglês, mas me disseram que, se não for assim, não vende.
Mamãe gostaria de aproveitar a oportunidade para lançar seus novos canais de comunicação. De hoje em diante, em vez de sair gritando pela casa, vocês vão poder ligar para o SAC-Mamãe, um 0300 que dá direto no meu celular (apenas 27 centavos por minuto, mais impostos). Mamãe também aceita sugestões e críticas no endereço mamae@mamae.net
Mais uma vez, Mamãe agradece a presença e a atenção de todos.


FONTE: AUTOR DESCONHECIDO

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Um Compromisso Pagão



Eu sou um pagão e me dedico a canalizar a energia espiritual do meu eu interior para ajudar e curar-me e aos outros.
Eu sei que eu sou parte do todo da natureza.
Posso crescer na compreensão da unidade de toda a Natureza.
Que eu sempre ande em equilíbrio.
Que eu possa sempre estar atento à diversidade da natureza, bem como a sua unidade e possa sempre ser tolerante
com aqueles cuja raça, aparência, sexo, orientação sexual, cultura e outras formas são diferentes das minhas.
Que eu possa usar a Força com sabedoria e nunca usá-la para a agressão nem para fins malévolos.
Que eu nunca á use para restringir o livre-arbítrio do outro.
Que eu possa estar sempre conscientes de que eu crio minha própria realidade e que eu tenho o poder dentro de mim para criar positivamente na minha vida.
Que eu sempre possa agir de maneira honrosa:
Ser honesto comigo mesmo e com os outros, mantendo a minha palavra, sempre que tenho dado, cumprindo todas as responsabilidades
e os compromissos que assumi com o melhor da minha capacidade.
Permitam-me sempre lembrar que tudo o que é enviado sempre retorna ampliada para o remetente.
Que eu possa ser sempre forte e comprometido com meus ideais espirituais em face da adversidade e negatividade.
Que a Força da Terra retire toda maldade em meu caminho e transforme-a positivamente.
Que a minha Luz Interior brilhe tão fortemente que forças malignas não poderão sequer abordar minha esfera de existência.
Que eu sempre cresça no interior da Sabedoria e Entendimento.
Que eu possa ver cada problema e encará-lo como uma oportunidade de desenvolver-me espiritualmente em resolvê-lo.
Que eu possa agir sempre por amor a todos os outros seres neste planeta - a outros seres humanos, às plantas, aos animais, aos minerais,
aos elementais, aos espíritos, e para outras entidades.
Que eu possa estar sempre consciente de que a Deusa e o Deus estão em todas as suas formas habitando em mim e que esta divindade é
refletida através do meu próprio interior, meu espírito pagão.
Que eu sempre canalize o Amor e a Luz no meu ser.



Assim seja!

fonte: O Amanhecer Pagão

terça-feira, 7 de maio de 2013

A Carga da Deusa das Trevas


Eu sou a escuridão por trás e por baixo das sombras.Eu sou a ausência de ar que espera no fundo de cada respiração.Eu sou o final antes de vida começa outra vez,a deterioração que fertiliza o Living.Eu sou o abismo,a luta sem fim para reivindicar o que é negado.Eu sou a chave que abre todas as portas.

Eu sou a Glória do Discovery,porque eu sou aquilo que está escondido, isolado e proibido.Vinde a mim na Lua Negra e veja o que não pode ser visto,face do terror que é só sua.Nade até mim através do mais negro dos oceanospara o centro de seus maiores medos -o Deus das Trevas e vou mantê-lo seguro.

Gritar para nós em terror e seu será o direito de deixar.Pense em mim quando você sente prazer, e eu vou intensificá-lo,até o momento em que eu possa ter o maior prazerde conhecê-lo na encruzilhada entre os mundos. 


Fonte:mysticmooncoven

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