terça-feira, 29 de maio de 2012

FELIZ ANIVERSARIO PARA O BLOG 3 FASES DA LUA



Hoje estamos completando 1 ano.
Quero agradecer a todos pelos lindos presentes e mensagens recebidas.
Um beijo a todos e obrigada

Marcos e Selma


Selinhos
presente do blog Natureza da Lua Negra







3 fases da Lua
Ao som do violino surge a melodia
Parece alquimia...
Tanta magia que a Lua vem a nos revelar
Nas suas fases dançantes fico a contemplar...
Ela vem como donzela toda de branco, parecendo uma Cinderela
Ela vem com o Deusa, a senhora de toda a magia
Ela vem como uma mãe, carinhosa e faceira
Corri ao seu encontro...Feliz por finalmente te encontrar
Você estava de braços abertos, carinhosamente a me emparar
E fui envolvida, num sentimento puro...
Era só a a felicidade a brotar
Sentir o calor de teus braços e teu sorriso a me animar
E a Lua danada brilha lá no Céu
Eu vejo a poesia brotar no papel
A Lua que brilha lá no Céu, reflete o meu caminhar!
(Presente escrito por Simone do blog borboleta cinza)






Vídeo de aniversario com logo dos blogs e fotos




Mosaico










domingo, 27 de maio de 2012

Uma pausa para Marion Zimmer Bradley

" Recordo-me agora, através de uma vida longa e que nada teve de monótona, posso dizer sinceramente que nenhuma experiência jamais me proporcinou a mesma satisfação excitada daquela ocasião em que viajava no trem ao crepúsculo, lendo a maravilhosa novela mítica de Kuttner sobre um homem que mudou mundos."

Marion Zimmer Bradley 

Marion Eleanor Zimmer Bradley (Albany, 3 de junho de 1930 — Berkeley, 25 de setembro de 1999) foi uma escritora norte-americana de romances sobre fantasia e ficção científica, tais como As Brumas de Avalon e a série Darkover.

Marion Zimmer Bradley foi casada duas vezes e teve dois filhos. Morava em Berkeley, na Califórnia.

Nasceu em Albany, capital do estado de Nova Iorque, em junho de 1930. Enfrentou quando criança as dificuldades da Grande Depressão, e teve seu sonho de se tornar uma cantora de ópera esmagado por tanto a falta de problemas de dinheiro e saúde.
No auge da grande depressão econômica, seus pais eram muito pobres, impossibilitados, portanto, de oferecer-lhe uma educação esmerada. Teve que começar a trabalhar muito cedo, chegando a ser garçonete e faxineira. Ao completar dezesseis anos, ganhou uma máquina de escrever da mãe. Marion, com o presente oferecido pela mãe, começou a escrever histórias. No início, para sobreviver, sujeitou-se a produzir uma série de romances sensacionalistas.



No entanto, aos 19 anos, ela ganhou um concurso amador de ficção, e 3 anos mais tarde teve seu primeiro conto vendeu para uma revista de ficção científica. Em 1961, sua carreira começou com a publicação de seu primeiro romance The Door através do espaço 

No ano seguinte, ela publicou o primeiro de uma série de cerca de 40 romances e antologias estabelecidos no Darkover planeta, chamado Espada de Aldones, que também foi o primeiro de vários de seus romances a ser nomeada para um Prémio Hugo.

Darkover era a sua primeira obra-prima. Um pequeno planeta frio debaixo de um sol vermelho, cercada por quatro luas, em que um navio Terran tinham caído, e onde milhares de anos mais tarde foi desenvolvida uma cultura medieval-like, com uma casta dirigente que teve surpreendentes e perigosos poderes psíquicos.



Nesta sociedade fortemente patriarcal, Marion Zimmer Bradley incluído um elemento feminista de forte-queridas personagens femininas e The Guild of Amazonas Livres, que era um grupo guerreiro das mulheres que renunciaram a sociedade, a fim de desfrutar de liberdade de suas normas repressivas.


Sua segunda obra foi As Brumas de Avalon romance, em que ela recriou as lendas arturianas, misturando seus elementos com a mitologia celta.

Este romance também foi caracterizado por uma forte conotação feminista, não no sentido de as mulheres serem melhores que os homens, mas as mulheres ser tão bom (ou tão ruim) quanto os homens.

A história é contada do ponto de vista de Morgana, que é uma sacerdotisa da Deusa-Mãe celta, criado na ilha de Avalon, irmã do Rei Arthur, e mãe de seu filho, Mordred, que acabam matando-o para o trono.



Ao contrário do carácter tradicional, Morgana Marion Zimmer Bradley não é a bruxa ambicioso mal, mas uma mulher comum, lutando com uma sociedade preconceituosa, tendo sua vida manipulada por aqueles com uma agenda política.

Ambos os mundos ela criados são preenchidos com temas controversos, a mais recorrente de que era a sexualidade. Isso é onde a maior parte de sua notoriedade vem.

Nos anos cinquenta, era aquilo a que se chama uma “escritora de sucesso fácil”, vendia histórias de sexo e de mistério a revistas de grande tiragem, para sustentar marido e filhos. Por essa altura juntou-se a um grupo de activistas lésbicas denominado Daughters of Bilitis, considerada a primeira organização de direitos lésbicos dos Estados Unidos , ela contribuíram com as newsletters da escada e da revisão Mattachine. Além disso, seu segundo marido era escritor e numismata Walter Breen, que defendeu "amor grego", ou seja, uma relação homossexual entre um homem e um adolescente, e que morreu na prisão, após ser declarado culpado de abuso infantil. Na década seguinte, dedicou-se à produção de romances góticos para poder tirar um curso universitário.



Em seus romances, Marion Zimmer Bradley, muitas vezes tratadas com os horrores da violência sexual, seja contra mulheres, homens ou adolescentes, e também debateram a liberdade sexual. Em darkovano sociedade, 13 anos meninos já são considerados homens, e são confiadas com responsabilidades de adultos. Ela já declarou certa vez: "Eu não era uma criança aos 13 anos, você estava?"

É relatado que ela sabia sobre a homossexualidade Breen, e que no início de seu casamento, ele teve um caso com um adolescente, que ela esquecido. No entanto, quando em 1989, sua secretária Elizabeth Waters disse a ela que Breen estava sendo acusado de molestar uma criança de 12 anos de idade, ela imediatamente se divorciou dele, e colaborou com a investigação policial.

Ainda assim, ela foi acusada pelos pais do menino de negligência em 1996, um julgamento que só terminou após sua morte em 1999, através de um acordo extra-judicial com sua companhia de seguros.

Além da sexualidade, seu outro assunto polêmico era a religião. Ela tinha idéias muito progressistas sobre isso, por muito tempo, ela era um neo-pagão, e então ela se virou para o cristianismo, e até foi ordenado sacerdote Gnóstica Católica.

Em um artigo de 1986, Marion Zimmer Bradley discutidos os elementos feministas e religiosos nas Brumas de Avalon romance:

"Para mim a chave para o" desenvolvimento da personalidade feminina "na minha revisionista, ou melhor, versão reconstrucionista, é simplesmente isso. As mulheres modernas foram criadas em mitos / lendas / histórias de heróis em que os homens fazem as coisas importantes e as mulheres-se a observar e admirar, mas manter suas mãos fora. Restaurando Morgan ea Dama do Lago para motores integrais reais, o drama é, penso eu, de suprema importância no desenvolvimento religioso e psicológico das mulheres em nossos dias ...



"As pessoas que se tornaram tão enojado com o orgulho, a arrogância, mulher anti-atitudes, a hipocrisia ea crueldade do que se passa para o cristianismo que saltam para o ateísmo ou agnosticismo, pode muito bem chegar para o suave reinado da Deusa orientada paganismo para levá-los de volta para uma verdadeira percepção da vida espiritual da Terra. Tempo suficiente depois de deixar claro - ou deixar a Mãe torná-lo claro para eles - que o Espírito é Um e que eles são, de adorar a Deusa, adorando o Divino por qualquer nome. E eu não consigo pensar em um lugar melhor do Glastonbury para essa realização ". Marion Zimmer Bradley era admirada pelo apoio que ela deu para escritores iniciantes, através da promoção de fan fiction Darkover, e incluindo novos talentos, como Mercedes Lackey, em sua Espada e antologias feiticeira e sua revista.

Ela só parou quando um fã a processou por causa de um de seus próprios romances, alegando que não tinha elementos semelhantes aos dela.




No texto abaixo, ela dá alguns conselhos para escritores iniciantes. Certifique-se de ler o texto completo no site dela Trust.

"A principal maneira de começar como um escritor é escrever: aplicar o assento das calças firmemente ao assento da cadeira e só começar a ele. Tendo mil "boas idéias" em sua cabeça não é bom, você tem que pegá-los no papel. Basta sentar e fazê-lo [...]

"Não há" segredo mágico "; escrita é como tudo o mais; 10 por cento de inspiração ou talento, e 90 por cento do trabalho duro. Persistência; mantendo-a até chegar lá. Como Agnes de Mille disse, isso significa trabalhar todos os dias - entediado, cansado, cansado, ou com uma febre de cento e dois [...]

"Pense nisso: mil páginas soa como um lote. Mas escrever três páginas por dia e um ano a partir de agora você terá um livro [...]

"Nunca dê ouvidos a críticas de ninguém menos que eles possam assinar um cheque. Não importa o que seu melhor amigo, ou sua tia, seu professor de Inglês ou pensa. Confie apenas a crítica profissional ".

Marion Zimmer Bradley foi uma escritora talentosa, que deixou um impressionante corpo de trabalho, e que certamente deve ser mais popular hoje em dia.






sábado, 26 de maio de 2012

UMA PAUSA PARA UM RECADO




Olá Amigas e Amigos

O blog 3 fases da lua estará completando 1 ano de existência, no dia 30 de maio

Depois de pensar muito resolvemos comemorar junto com vocês.

Vocês farão a edição do blog.

Mande fotos de vocês ou do blog, vou fazer um vídeo para poder postar.

Os selinhos ja foi dado de presente  pelo blog Natureza da Lua Negra da nossa amiga Lua e será postado no dia. O texto será escrito pela nossa amiga Simone do blog Borboleta Cinza.

Vamos fazer uma colagem com o que  eu receber de vocês.

Selinhos serão sempre bem vindos

Enviar para: selmanascimento09@hotmail.com

Obrigada a todos.

Selma e Marcos

obs: favor enviar até o dia 29 de maio



quinta-feira, 24 de maio de 2012

OS MAIAS



A civilização Maia ainda guarda um profundo mistério, que persiste desde a chegada dos europeus à América no século XVI.

Nos quatro séculos seguintes, conquistadores, religiosos, historiadores, arqueólogos e um grande número de aventureiros tentaram desvendar seus mistérios, mas ainda são nebulosos os grandes feitos relacionados aos maias. 


  Assim como os olmecas, a civilização maia instiga uma série de questões não respondidas aos diversos paleontólogos, historiadores e antropólogos que investigam este povo pré-colombiano. Os indícios da origem da civilização maia repousam nos sítios arqueológicos da península do Iucatã, que datam entre 700 e 500 a.C. Contudo, novas pesquisas admitem uma organização mais remota, estabelecida em 1500 a.C.. 

Ao contrário de outras grandes civilizações, os maias não se organizaram politicamente através de uma estrutura de poder político centralizado. Em um vasto território que ia da Guatemala até a porção sul do México, observamos a presença de vários centros urbanos independentes. Entre as principais cidades integradas a esse sistema podemos destacar Piedras Negras, Palenque, Tikal, Yaxchilán, Copán, Uxmal e Labná.

Quem seria esse povo misterioso que viveu no México e nas florestas da América Central, cujo conhecimento de astronomia era espantoso e cujas pirâmides e monumentos foram construídos com uma incrível precisão matemática?
Teriam sido somente inspirados ou seriam alguns deles a encarnação de consciências altamente evoluídas, daqueles que são conhecidos como "Os Senhores da Magia do Tempo"


Profundos conhecedores da magia do tempo, os Maias sabiam que o tempo é radial... e não linear. O tempo natural é encontrado dentro dos ciclos da natureza que ocorrem interminavelmente sem que o homem possa interferir.
São ciclos menores dentro de ciclos maiores de tempo que se repetem indefinidamente.
Essa combinação de ciclos dentro de ciclos de tempo confere qualidades de energia ao tempo... aos dias... aos meses.... às eras.

Toda a vida civil dos maias era regulada por cerca de 30 calendários, um para cada ciclo de astros como planetas, o Sol, as constelações, até chegar ao coração da galáxia, Hunab Kuh.
As culturas primitivas respeitavam o Sol e seus ciclos, mas as religiões e a ciência deformaram esse sentimento, dando a impressão que tais culturas eram ignorantes e meras adoradoras do Sol.
Os maias nunca adoraram o Sol como divindade, eles sabiam da sua importância como transmissor-receptor das energias e radiações que provinham da galáxia.


Os intérpretes dos calendários eram chamados "balams" e liam os movimentos dos astros no céu, prevendo com exatidão diversos acontecimentos. Algumas dessas previsões constam no principal livro profético dos maias, o Chilam Balam. 

Os maias davam uma grande importância ao tempo, porém não da forma cartesiana como conhecemos, e sim energética e ressonante.

Complexos calendários desenvolvidos pelos maias serviram para regular cada aspecto de sua sociedade, além de fazer as previsões a respeito do ano 2012, que agora despertam a atenção dos estudiosos. 


O calendário civil maia conhecido como "Haab" era composto por 18 meses de 20 dias cada, totalizando 360 dias. O número 20 era considerado sagrado porque o homem possui 20 dedos: dez alcançam o céu e dez agarram a terra. Os cinco dias que restavam formavam um mês de cinco dias chamado "uayeb", que era considerado maldito.

Quando o antropólogo americano José Arguelles, depois de muito estudo decodificou os símbolos, percebeu que eles formam estruturas ressonantes que criam, informam e trabalham com nosso corpo de Luz.
Com base no Tzolkin, e em outros calendários deixados pelos Maias, José Arguelles criou o Calendário das 13 luas ou calendário da Paz porque segundo ele, o calendário gregoriano constitui uma freqüência de tempo artificial que leva o homem a se afastar da natureza e a se tornar preso a uma civilização materialista, dominada pelo dinheiro e pelas máquinas. 


O processo de organização da sociedade era bastante rígido e se orientava pela presença de três classes sociais. No topo da hierarquia encontramos os governantes, os funcionários de alto escalão e os comerciantes. Logo em seguida, temos funcionários públicos e os trabalhadores especializados. Na base da pirâmide ficavam os camponeses e trabalhadores braçais.

Os maias tiveram uma ampla gama de conhecimentos desenvolvidos no interior de sua cultura. De acordo com algumas pesquisas, eles utilizavam um sistema de contagem numérico baseado em unidades vigesimais e, assim como os olmecas, utilizavam do número “zero” na execução de operações matemáticas. Além disso, criaram um calendário bastante próximo ao sistema anual empregado pelos calendários modernos. 


Um dos grandes desafios para os pesquisadores da civilização maia gira em torno da decifração do seu complexo sistema de escrita. Um dos maiores empecilhos está relacionado ao fato de que os signos empregados podem representar sons, ideias ou as duas coisas ao mesmo tempo. Além disso, indícios atestam que eles utilizavam diferentes formas de escrita para um único conceito.

A arquitetura desse povo esteve sempre muito ligada à reafirmação de seus ideais religiosos. Várias colunas, arcos e templos eram erguidos em homenagem ao grande panteão de divindades celebrado pela cultura maia. A face politeísta das crenças maias ainda era pautada pela crença na vida após a morte e na realização de sacrifícios humanos regularmente executados.

Por volta do século XIII, a sociedade maia entrou em colapso. Ainda hoje, não existe uma explicação que consiga responder a essa última questão envolvendo a trajetória dos maias. Recentemente, um grupo de pesquisadores norte-americanos passou a trabalhar com a hipótese de que a crise desta civilização esteja relacionada à ocorrência de uma violenta seca que teria se estendido por mais de dois séculos. 


A cidade de Teotihuacán- no meio La calle de los muertos”avenida dos mortos”
Os Maias acreditavam que La era onde nasceu o 5° sol(os outros 4 foram destruídos por catástrofes naturais),lá era onde nasciam os homens que se tornaram deuses, segundo a lenda. Ela tinha um grande significado religioso para os maias, eles acreditavam em vários deuses sendo o supremo Quetzalcoatl, eles acreditavam também na combinação do feminino com o masculino que originava a vida, eles usavam este conceito em suas construções de templos e pirâmides eles encaixavam uma pedra na outra simbolizando a união destas duas forças. Seus templos eram inteiramente construídos para os seus deuses então cada templo possuía o nome do respectivo deus, as pirâmides também eram interligadas com o céu(deuses), a terra(homens), suas construções eram simetricamente construídas ou seja todas as pirâmides tinham a mesma base aproximadamente 210 metros, dentre suas construções pode se citar a pirâmide do sol, a pirâmide da lua e o templo de quetzalcoatl, o sol representava o masculino e a lua o feminino, o quetzalcoatl significa serpente emplumada e para eles significava a união do céu e da terra(os maias chamavam quetzalcoatl de kulkulkan que possui o mesmo significado). 


Um dos mais antigos povos da América Central, os Maias destacam-se até hoje por sua organizada estrutura de ciência, história, arte e religião. Das várias profecias feitas por esse povo, há mais de 5 mil anos, a que mais chama a atenção de cientistas e filósofos de todo o mundo é a exatidão e o mistério contidos no calendário maia, que cita o ano 2012 como um ano-chave para mudanças em nosso planeta e o fim de um ciclo. No entanto, as sete profecias que marcam a civilização maia trazem, acima de tudo, esperança e conscientização.

As Sete Profecias Maias dizem que a civilização baseada no medo será transformada através das vibrações de harmonia. Mas essa transformação só ocorrerá para quem assim o desejar, será algo pessoal. Os maias não falam em fim do mundo, mas em um processo de transformação em que o espírito ganhará em sua jornada de evolução a esferas mais altas.


As 7 Profecias Maias       

1ª PROFECIA : Esta profecia fala do medo e do ódio. Diz que esse período se encerrará em um sábado, 22 de Dezembro de 2012. Nesse dia a humanidade fará sua escolha de desaparecer como espécie dominante pensante que ameaça a destruir o planeta ou evoluir e integrar-se com o universo, entendendo que todo o universo é vivo e consciente. Nos fala que a partir de 1999 teremos 13 anos para adquirirmos a consciência de que podemos viver em integração com tudo e todos num período de luz.

2ª PROFECIA: Os Maias afirmam nessa profecia que o comportamento da Humanidade mudaria radicalmente a partir do eclipse de 11 de Agosto de 1999. Afirmam ainda que a partir dessa data o homem daria vazão às suas emoções, causando inúmeras guerras e conflitos ou optaria por caminhos pacíficos, de paz. Vivemos um período de iminente mudança.

3ª PROFECIA: Segundo os Maias uma onda de calor cairá sobre o planeta, trazendo mudanças climáticas, geológicas e sociais, numa escala e velocidade sem precedentes.Factores internos e externos concorrerão para tal fato. O Homem no seu processo destrutivo causará maior retenção do calor na Terra. O aumento de actividade solar provocará maior irradiação, aumentando ainda mais a temperatura.

4ª PROFECIA: Com o aumento da temperatura os Maias previram um grande degelo nas calotas polares. Um aumento das actividades do sol implicará em mais ventos solares.Os Maias utilizaram-se do ciclo de 584 dias de Vênus para fazer seus cálculos solares. Diziam em seu Codex Desdren que a cada 117 giro de Vênus (187,2 anos ou 68.328 KINES) o Sol apresentava mudanças, enormes manchas e aumento dos ventos solares.

5ª PROFECIA: A quinta profecia diz que todos os sistemas baseados no medo deixarão de existir para dar lugar a novos sistemas baseados na harmonia.O ser humano depreda tudo que existe por se achar único no Universo.Haverá um colapso generalizado de nossos sistemas. Isso nos obrigará a repensar nossa organização e nossos atos, levando ao entendimento da criação.A integração do mercado mundial e a base de economias especulativas, que trocaram riquezas reais como produção de automóveis, aço, trigo por papeis, é por demais frágil e susceptível a abruptas variações as quais levam continentes e, por vezes, o mundo a uma crise econômica.

6ª PROFECIA: A sexta profecia fala-nos de um cometa que se aproximará da Terra e colocará em risco a própria existência da Humanidade. Os Maias viam os cometas como um agente que anunciava mudanças, alterando a estrutura existente.

7ª PROFECIA: Falam-nos da saída de nosso planeta da noite galáctica para o amanhecer galáctico. Os últimos 13 anos de nosso actual período, de 1999 até 2012, serão abastecidos com a luz emitida pelo centro da galáxia, permitindo um período de reflexão e integração ao homem.



 A religião maia era politeísta, no seu panteão se encontrava uma série de deuses principais, cada qual rodeado de outras divindades de menor categoria. 

Havia a nítida separação entre o BEM e o MAL;

Os deuses do bem proporcionadores das alegrias e da plenitude;

Os deuses do mal da morte e da destruição. 


  Os maias praticavam também uma espécie de batismo, como ritual de renascimento, onde acreditavam que as pessoas ficavam com predisposição para serem boas e evitar todos os males, bem como garantir um lugar no paraíso depois da morte.

Alem do batismo havia a confissão das ações cometidas e consideradas pecado entre eles (roubo, homicídio, falso testemunho...), e as penitencias variavam desde a supressão do sal e da pimenta da comida até a abstinência sexual. 



segunda-feira, 21 de maio de 2012

A LUA NEGRA E A BRUXARIA



Lua, Mãe das Bruxas, das Feiticeiras, das Fadas; das Estrelas, das Mulheres

A Lua Negra tem o poder de CRIAR e DESTRUIR, CURAR, REGENERAR,DESCOBRIR e FLUIR com o ritmo das mudanças e dos ciclos narturais, mas isto irá depender da capacidade individual em reconhecer e integrar a nossa sombra.
Tudo relacionado à destruição do VELHO E CRIAÇÃO (surgimento) do NOVO ; rituais de CURA, RENOVAÇÃO E REGENERAÇÃO é propício de ser feito.

Lua Negra é a denominação dada ao período em que não vemos nenhuma lua no céu, e isso ocorre por volta de três dias antes do 1º dia de Lua Nova, a Lua Negra se divide em duas metades: uma de luz e a outra de trevas.


Durante essa fase de escuridão total da lua, as bruxas reverenciam as chamadas “Deusas Escuras”, que são na maioria as deusas com aspectos da Anciã, realizando rituais de cura, de adivinhação e de transmutação. (Lembrando que o fato de serem escuras remete ao trabalho com a sombra, e não com artes maléficas. Associar a cor negra à maldade nada mais é do que uma propagação do preconceito contra os negros.) 

A Lua Negra é a LUA da TRANSFORMAÇÃO , e geralmente corresponde aos 3 últimos dias da Lua Minguante ( ou aos 3 dias que antecedem a Lua Nova). Sua denominação se deve ao fato de que nesse período não se pode vê-la no céu, ela não está refletindo o Sol para nós, ela está em seu estado natural, sendo a Sombra.


Podemos meditar sobre a nossa "sombra",sobre pensamentos e atitudes que não são muito positivos, e que devemos transformar.
Esta fase da lua facilita o acesso aos mundos e planos sutis e às profundezas de nossa psiqué, assim podemos mergulhar em nosso lado sombrio, e desvendar os mistérios e as sombras de nosso inconsciente, visando buscar os meios para nossa renovação.

Com o advento das religiões patriarcais e a invenção da idéia de “cultos demoníacos”, tudo o que era de aspecto sombrio relacionado à Bruxaria era taxado de maléfico. Obviamente, os mistérios da Lua Negra tornaram-se também sinõnimo de horror e malefícios. Surgiram, assim, lendas e superstições sobre demônios e forças malignas e a Lua Negra passou a ser vista como um momento perigoso. Tanto que, até hoje, muitas bruxas acreditam que não se deve mexer com Magia nesses dias. Pura superstição.


Nas antigas religiões o lado negro da Deusa era representado pela lua nova, quando a lua estava totalmente coberta pela sombra da TERRA e não era vista no céu. A maioria dos bruxos não celebra a Lua Negra. Nessa fase as deusas então se mostram como a Deusa Negra, a que revela o Seu lado obscuro e terrível, muitas vezes cruel, bem como o nosso. Essa fase da lua é mais difícil de ser trabalhada e não é recomendável que alguém recém-chegado à BRUXARIA já comece a celebrá-la. 
Não leve ao pé da letra o "não ser celebrada", porque com conhecimento você pode utilizar esse poder em seu benefício.

As Deusas negras seriam o lado obscuro de suas faces.
E se nós somos a personificação dessas Deusas ...
O encontro com o lado obscuro é sempre assustador, é reconhecer em nós mesmos uma mola propulsora que pode causar loucura e até mesmo tragédias. E se é aterrorizante em nós que somos humanos, é o próprio terror em se tratando de DEUSES .


É por isto que lemos em muitos autores que a Deusa Negra é devoradora e destruidora por natureza, mas na verdade o que não reconhecemos na divindade é que é o obscuro, o negrume é o véu que uma vez desvelado nos revela a totalidade das deusas, ou mesmo dos DEUSES ., Dionisio desceu aos mundos inferiores em busca da Mãe, fazendo o roteiro inverso de Deméter; Orfeu, seu maior profeta, pode ter sido Deus consorte de uma Deusa Mãe anterior aos olímpicos, desmembrado e devorado pela Ménades, coisa típica de consortes das Grandes Mães do neolítico depois humanizado pelos dominadores.

A Lua Negra é tão poderosa quanto o plenilúnio porém, o seu poder é das sombras, do terror, da face destrutiva da Divindade,em geral assusta quem começa a trabalhar com ele, mas é um poder necessário de ser compreendido, pois faz parte da Deusa (e portanto de nós).
Os esbás da Lua Negra são voltados ao conhecimento do nosso lado obscuro e a sua CURA , para que transmutemos as nossas características improdutivas (nervosismo, ódio, etc) em características produtivas (paz interior, AMOR , etc) e para que aprendamos a lidar com as nossas sombras. 


Para os antigos, este período era um símbolo da morte, mas também da regeneração… A morte encarada, não no sentido literal, mas como o fim de tudo aquilo que já não nos serve, que já não faz sentido nas nossas vidas; toda a bagagem emocional que precisamos de libertar para continuarmos a evoluir. 

É um tempo de repouso e introspecção, um tempo de pausa que nos convida à serenidade e à calma. Ler, meditar, ouvir música, escrever, o que quer que nos sirva para reflectir e nutrir o espírito…

A Lua Negra tem um poder lendário para a criação, propícia para conceber, sonhar, desejar ..





sexta-feira, 18 de maio de 2012

Soberanas Deusas Celtas na terra e na guerra



“A morte nasce conosco e conosco caminha por todos os instantes da vida, mesmo que tentemos ignorá-la”. (John O’Donoghue, escritor irlandês). 

Quando dizemos que a espiritualidade celta é politeísta, temos de ter em mente a multiplicidade de deusas e deuses cultuados na Antiguidade pelos celtas. Sempre de acordo com as fontes mencionadas, esses deuses e deusas não estão num paraíso remoto e distante (apesar de poderem ser encontrados também em terras mágicas), mas sim na própria paisagem – rios, o mar, montanhas, bosques, árvores individuais: cada uma dessas características da natureza é a ‘encarnação’, a manifestação física das deidades celtas. Da mesma forma que, reciprocamente, as deidades celtas dão vida e alma às forças da natureza.


Para ser uma Deusa na antiga tradição celta, a mulher deveria ser Mãe, protetora de seus filhos, preocupada com todos os membros de sua tribo e acima de tudo, ser capaz de ensinar e transmitir sabedoria…

Deusas Celtas são parte integrante da vida comum deles, estão representadas pelos elementos naturais: terra, água, fogo e ar – não são imortais, cometem erros e são humanas…

Os celtas não misturavam panteões de outras culturas e nem cultuavam Deusas celtas de outras tribos, apesar das semelhanças, cada ramo celebrava suas Deusas locais seguindo apenas as referências das tradições pertencentes a sua terra natal, com exceção de algumas divindades pan-célticas.

As Deusas celtas possuíam características próprias e distintas, conforme seus atributos. Relatos vindos de antigos ancestrais nos esclarecem que as tradições eram passadas de boca a ouvido, centrados nas esferas do Céu, da Terra e do Mar!


Um dos conceitos celtas mais difíceis de compreender e aceitar pela nossa cultura cristã e a mentalidade atual é a associação dos arquétipos sagrados femininos com a guerra. Para transpormos barreiras conceituais devemos conhecer o princípio celta da soberania da terra, sempre representado por uma Deusa Mãe com características protetoras e defensoras. A vida e a sobrevivência dependiam da terra e por isso ela devia ser preservada e protegida, pois desrespeitar a terra e a soberania de um povo significava ofender e ameaçar a própria natureza criadora da vida. A soberania o verdadeiro poder de quem governava e conduzia os destinos de um povo, pertencia a um arquétipo feminino, a própria Deusa da Terra, com a qual o rei ou governante devia se casar simbolicamente para garantir a prosperidade e paz. O casamento do rei com a Deusa da terra representava as condições indispensáveis para que a soberania se manifestasse: respeito, igualdade, confiança, parceria e solidariedade. A representante da Deusa soberana era uma sacerdotisa ou rainha imbuída de poderes especiais, que até mesmo podia ser divinizada


Algumas pessoas, inicialmente, sentem uma certa dificuldade em relação à conexão com as Deusas. Isto acontece, principalmente, por conta de toda a influência da sociedade patriarcal dominante durante milênios, assim como pela manipulação da igreja, para controlar o indíviduo através do medo e do "pecado". Tudo isso é tão forte que, às vezes, chega a causar crises de consciência e muito desconforto, tamanhos são os dogmas impregnados no ser. 

As Deusas representam a essência feminina reprimida durante a cristianização, principalmente para controlar o poder sobre a criação, ou seja, sobre a criatividade e, assim, restringir a nossa liberdade. Não estamos nos referindo a Jesus que, no nosso modo de ver, foi um grande Mestre e, tampouco, ao feminismo, mas às divindades.

A criação e a destruição são processos interdependentes, existe uma ausência de vida na escuridão da terra que recebe os mortos, mas também é a terra escura que abriga e promove o desabrochar das sementes, que renascem - assim como os mortos nela enterrados para uma Nova Vida.


A natureza das deusas celtas é multifuncional e com complexos significados, mesclando elementos ancestrais dos pacíficos povos pré-celtas (maternidade, fertilidade) com os dos combativos celtas, onde prevaleciam atributos de guerra, morte e sexo, acrescidos de soberania.Várias divindades representam uma paradoxal união de extremos: amor e guerra, guerra e fertilidade, guerra e soberania. Não existe uma deusa do amor no panteão celta, as deidades deusas e deuses- simbolizam as forças da natureza e a eterna roda da vida/ morte/renascimento, início/ fim/recomeço, em que os opostos se seguem em círculos evolutivos e tem o mesmo peso. 

Embora se ignore se a Deusa existiu primeiro ou se Deusa e Deus evoluíram juntos, é certo que o sucesso da caçada e a sobrevivência dos clãs dependia da fertilidade dos animais e a fertilidade foi e é um dos maiores atributos da Deusa.


O aparente paradoxo entre os aspectos e naturezas das deusas celtas reflete a profunda compreensão do processo de dar/receber, nascer/morrer, começo/fim. Muitas deusas aparecem como figuras promíscuas e destrutivas, mas elas personificavam aspectos da natureza, como a fertilidade e a soberania da terra, que tinham que ser defendidas a qualquer preço para assegurar a sobrevivência dos descendentes. 

Enfim, dentro do Paganismo Celta, como uma religião politeísta que honra diversos Deuses e Deusas, não existe o conceito de apenas uma única deidade ou de uma deusa e um deus. Temos a visão da natureza como a Grande Mãe, sendo a personificação das Deusas da terra, que para nós, é a fonte criadora de toda a vida, de onde tudo veio e para onde tudo retornará, inclusive, os Deuses.



segunda-feira, 14 de maio de 2012

ORGULHO DE SER UMA BRUXA




Sou única, uma peça rara sem explicação. Tenho orgulho de ser chamada de bruxa e orgulho de minha religião. 

A palavra bruxa se origina de uma palavra em latim, que significa larva de borboleta. Isto mostra o sentido correto da bruxa, aquela que transforma e se auto-transforma, assim como a lagarta se transforma em borboleta. A bruxa tem o poder e o conhecimento para transformar a sua realidade e a si própria, se auto-aperfeiçoando e criando uma vida melhor para si e para o mundo.


Ser bruxa é ser uma mulher que ouve a sua intuição, comunga com a natureza e que tem respeito pela vida, é tratar todos os seres com respeito, é nunca desejar o mal a ninguém. 

Ser bruxa é um modo de vida. Não é simplesmente realizarmos rituais no dia dos sabbats e na Lua Cheia, somente. Para ser um(a) bruxo(a), você deve viver como uma, então a conexão com as divindades é permanente e ocorre todo o tempo.

Devemos saber também que o tempo não está apenas limitado a um simples calendário, onde o passado, o presente e o futuro se encontram em ordens distintas.



A natureza selvagem também está presente na Bruxaria, normalmente encontradas em eremitas, curandeiras, sábias e shamans de tribos. Está natureza selvagem procura preservar formas de vida ou guardar locais considerados sagradas, sendo importante para a Bruxa manter está harmonia. 

No entanto, muitas delas são famosas por sua sabedoria e bons conselhos, iluminando aqueles que necessitam, sejam ricos ou pobres. Suas vozes são impactantes, ostentando uma beleza anormal, estas diplomáticas Bruxas procuram alcançar melhorias para seus reinados e cultos de maneira organizada e discreta, e por mais que não gostem de determinadas pessoas, procuram formas de sempre manter seus olhos próximos, seja de aliados ou inimigos.



Todas nós, Bruxas, mulheres sensíveis, intuitivas, de bem com a vida, generosas, amorosas e independentes, principalmente em nosso Ser, estamos, num crescendo, resgatando o nosso princípio, a nossa luz. Isto se dá principalmente em nosso dia-a-dia, em nossa alma, em nosso Ser, de uma forma constante. 

Algo entre uma alquimista, uma clériga, uma druidisa e uma maga,as bruxas são mulheres que veneram e canalizam as energias da natureza, apenas uma visão da natureza ligeiramente diferente dos druidas, acreditando na dualidade das forças naturais em feminino e masculino, personificando esta dualidade em divindades.



A vida ordenada de cada Bruxa, é o reflexo do seu sentir, do seu compromisso com a natureza em toda a sua manifestação. Do seu estado de reflexão para com a condução dos ensinamentos. É pois, sob uma norma de CONDUTA bem definida, moderadamente conduzida, que a Bruxa destes novos tempos poderá se fazer respeitar e receber o devido respeito a sua religião.

Ser bruxa é viajar sem sair deste lugar, é estar no escuro mas enxergar.

Ser bruxa é cantar mesmo sem voz pois teu cântico é mudo e silencioso perante o algoz.Enfim, ser bruxa, é não sermos alguém mas sermos apenas nós mesmas...



Não quero ser apresentada como bruxa boa, ou bruxa do bem, ou qualquer coisa semelhante.
Quero ser apresentada como bruxa. Ponto final.
Até porque nunca vi ninguém apresentar alguém como padre do bem, pastor do bem, mãe de santo do bem...
Tenho muito orgulho de ser uma bruxa, uma Filha da DEUSA.
E quem desejar incorporar adjetivos à minha pessoa, que o faça por mim, jamais pela minha escolha de fé.



Infelizmente ainda há muito chão pela frente pois a falta de consciência e a mesmice imperam no mundo atual. Mas nós, Bruxas, estamos conscientes do que fazemos e do que somos, conscientes do nosso papel de esclarecer e transmitir Luz, isto é, a informação correta, mesmo que para poucos que nos queiram ouvir.







sexta-feira, 11 de maio de 2012

MÃE GUERREIRA



Recebi esta mensagem hoje pelo dia das Mães e resolvi colocar aqui no blog para dividir com todas as Mães seguidoras deste blog

Autor(a) da mensagem: Poeta Rural

Mãe guerreira
Do meu seio, já saiu o sustento primitivo;
Homens e mulheres, já puderam desfrutar de mim;
No princípio eram cautelosos e prudentes;
Me amavam e eu os amava.
Não demorou muito tempo e passei a ser cobiçada;
Fizeram estrada de ferro, só para me conhecerem;
E ao me conhecerem, todos ficaram admirados;
Pois beleza igual, jamais tinham visto;
Por minha causa, os meus filhos indígenas desapareceram;
Ficaram somente os desbravadores forasteiros;
Que se apaixonaram por mim, e me fizeram progredir;


Deram–me o nome dos meus antepassados;
Muitas décadas se passaram e eu ganhei novos filhos;
Minha família me fez progredir e fiquei moderna;
Libertei-me da comarca, para melhor servir os meus filhos do campo e da cidade;
E do meu seio eu os alimento, os fortaleço.


Os meus filhos, de mim se orgulham;
Nos seus semblantes carregam a minha história;
E no peito, o orgulho de serem meus filhos;
Fui uma tribo, hoje sou paixão municipal.
A cada dia que passa me sinto mais moderna;
Pois os meus filhos, batalham dia-a-dia pelo meu futuro;
Eles querem que eu continue sempre guerreira;
Pois o meu nome é vitorioso, tenho sangue indígena.
No meu peito arde o desejo de luta;


Quero romper barreiras, quero ser a primeira;
Espero no futuro, dar conforto aos meus filhos;
Quero vê-los feliz, amando o que eu lhes dei.
Na corrupção que surgiu na minha família;
Os meus filhos rejeitaram, e preferiram a retidão;


Aonde eu posso cuidar deles e eles cuidarem de mim;
Hoje sou pequena, mas os meus filhos anseiam pelo meu crescimento.
Do meu peito faço sair o encanto;
Da minha água se beberes, tu por mim se apaixonará;
E à de me desejar ardentemente;
Pois sou Caiuá, sou de uma raça guerreira.
Da luta jamais fugi, meus filhos sempre protegi;
Desde os meus primeiros filhos índios;
Até os meus filhos brancos, negros e pardos;


E ao meu lar todos são bem vindos.
Eu sou a estrela, que brilha mais alto no céu;
No futuro bem próximo, eu serei completa;
Pois o meu maior sonho e ver meus filhos felizes;
E ver todos trabalhando nas minhas terras.
Posso ser pequena em porção de terra;


Mas possuo grande extensão no coração dos caiuaenses,
Pois todo filho se orgulha da sua mãe;
E eu sou Caiuá, a mãe guerreira.


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